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RIO GRANDE DO NORTE

quarta-feira, 17 de maio de 2017

RELATÓRIO APONTA QUE HÁ 71 PRESOS DESAPARECIDOS E NÚMERO DE MORTOS EM ALCAÇUZ PODE SE APROXIMAR DE 100.

Elaborado pelo Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura, documento foi entregue à Organização das Nações Unidas (ONU) e à Organização dos Estados Americanos (OEA).

Em relatório elaborado pelo Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (MNPCT) – órgão da União independente, mas que funciona em conjunto com o Ministério dos Direitos Humanos – aponta que o número de mortos no massacre de Alcaçuz pode chegar a 90.
Dados coletados pelos peritos que elaboraram o documento revelam que 71 detentos da unidade estão 'desaparecidos'. Oficialmente, segundo o governo do estado, 26 presos foram mortos durante as rebeliões de janeiro e 56 considerados fugitivos.
Em nota enviada ao G1 na tarde desta terça (16), a assessoria de comunicação da Secretaria de Justiça e da Cidadania (Sejuc), órgão responsável pelas unidades prisionais do estado, disse que ainda não havia recebido oficialmente o relatório do MNPCT.
O 'Massacre de Alcaçuz', episódio mais violento da história do sistema penitenciário potiguar, aconteceu no dia 14 de janeiro. A penitenciária fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal.
Quatro dos 26 corpos recolhidos pelo Itep ainda não foram identificados. Destes, três estão carbonizados e permanecem no Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep). O quarto cadáver, não identificado pela falta de familiares para o devido reconhecimento, foi enterrado como indigente após ter o material genético recolhido.
No último dia 11, parte de uma ossada foi descoberta próximo ao pavilhão 2 da unidade. Contudo, ainda não há a confirmação se os restos mortais são humanos nem quando a provável vítima foi morta.
Em março, uma equipe do mecanismo esteve na capital potiguar e requereu, junto ao Itep, respostas específicas sobre as situações que ocorreram durante as rebeliões. Peritos também foram pessoalmente a Alcaçuz, onde entrevistaram presos e agentes penitenciários que trabalham na unidade.
VEJA MATÉRIA NA ÍNTEGRA AQUI

Fonte: Anderson Barbosa e Andrea Tavares/G1

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