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RIO GRANDE DO NORTE

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

PREFEITO DO PROS VAI APOIAR FÁTIMA BEZERRA PARA O SENADO EM TANGARÁ.

A candidata do PT ao Senado, Fátima Bezerra recebeu adesão do prefeito de Tangará, Alcimar e do ex-prefeito Gija, ambos do PROS.
E juntaram ainda e o vereador Nilson Lima, seus conterrâneos; além da ex-prefeita de Sítio Novo, Wanira e a vereadora Aninha de Paula, também da cidade vizinha.

Fonte: http://marcosdantas.sisrn.com/

DEBATE REÚNE SETE PRESIDENCIÁVEIS EM SÃO PAULO.


Candidatos responderam a questões feitas por adversários e jornalistas.
Na primeira pergunta, eles apresentaram propostas para a segurança.


Sete candidatos à Presidência da República participaram, na noite desta terça-feira (26), do primeiro debate da disputa nacional, realizado pela TV Bandeirantes, em São Paulo. Estiveram presentes nos estúdios da emissora Aécio Neves (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Eduardo Jorge (PV), Levy Fidelix (PRTB), Luciana Genro (PSOL), Marina Silva (PSB) e Pastor Everaldo (PSC).
No primeiro bloco do programa, cada um deles respondeu à mesma pergunta: "Qual sua proposta para diminuir a criminalidade no Brasil e em especial para acabar com o domínio das facções criminosas nos presídios?"
Primeiro a responder, Pastor Everaldo (PSC) disse que vai criar o Ministério da Segurança Pública, com capacitação da polícia, "devolvendo a dignidade para o profissional da segurança, com salário digno para o policial e dando as condições para todos os estados e toda a estrutura da polícia, tanto a civil, militar, federal e dos órgãos de inteligência".
Em sua vez, Luciana Genro (PSOL) se apresentou dizendo suceder Plínio de Arruda Sampaio e disse querer "dar continuidade à esquerda coerente". Após críticas ao PT, ao governo e aos adversários, disse que quer "mudar a segurança pública investindo nas polícias e nos direitos humanos e melhorando a vida do povo".
Marina Silva (PSB) disse que 52 mil pessoas são assassinadas por ano no Brasil. Contra isso, defendeu que a segurança pública tenha recursos e meios para a integração das polícias. "Para que a gente possa fazer esforços como o 'Pacto pela Vida', que respeita direitos humanos e ao mesmo tempo combate violência e tráfico de drogas".
Aécio Neves (PSDB) defendeu "uma política nacional de segurança", sem contingenciamento dos recursos dos fundos Penitenciário e Nacional de Segurança. Pregou ainda "uma profunda e rápida reforma" dos códigos Penal e de Processo Penal. "Mais do que isso, é preciso uma articulação definitiva do poder central com os estados".
Dilma Rousseff (PT) disse que a segurança deve ser "compartilhada" entre União e estados. Ela citou como realização de seu governo a criação de centros de controle para atuação conjunta das polícias na Copa. "Por isso, fomos capazes de ter um resultado muito positivo no que se refere tanto a apreensão de drogas quanto de armas".
Levy Fidelix (PRTB) disse que é preciso reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos, mais investimento na defesa das fronteiras por onde passam armas e drogas, citando Paraguai, Bolívia, Venezuela, "países muito amigos, muito hermanos do atual governo". "A minha ideia, entre outras coisas, também é privatizarmos as prisões, imediatamente".
Eduardo Jorge (PV) defendeu a "legalização com regulação" das drogas. "Vai ter um efeito positivo, porque nós vamos poder esvaziar grande parte das penitenciárias, vamos liberar as polícias para atrás dos crimes realmente perigosos e vamos tratar de apoiar as pessoas que precisam de nosso apoio para não usar as drogas psicoativas".
Durante o debate, os candidatos ainda fizeram perguntas uns para os outros sobre diversos temas. No terceiro bloco, responderam questões formuladas por jornalistas da emissora sobre a política econômica, a gestão do Executivo e o "aparelhamento" do governo por indicações políticas.
Ao final, cada um teve oportunidade de fazer as considerações finais.
Marina defendeu uma gestão para que o Brasil volte a crescer contemplando a justiça social e que "unindo as pessoas, possa governar com as melhores". Dilma disse que preparou o Brasil para um "novo ciclo de desenvolvimento", colocando a educação "no centro de tudo". Aécio anunciou que se eleito, terá Armínio Fraga como ministro da Fazenda, prometendo uma política econômica diferente, com "segurança, transparência fiscal e responsabilidade".
Luciana Genro defendeu o rompimento da política econômica que, segundo ela, "submete o Brasil ao capital financeiro". Levy Fidelix pregou uma auditoria "firme e rápida" sobre a dívida pública brasileira, que segundo ele, impede investimentos em políticas sociais. Eduardo Jorge defendeu uma "cultura de paz" na política, "repudiando qualquer radicalismo e direita ou esquerda". Pastor Everaldo reafirmou ser contra o aborto, a legalização das drogas e a favor do Estado mínimo na economia.

Foto: Miguel Schincariol/AFP

PREFEITO DE MOSSORÓ CAUSA CRISE ENTRE ROBINSON E FÁTIMA.

Principal aliado do vice-governador Robinson Faria, candidato ao Governo do Estado pelo PSD, o prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD), está em crise política com o principal partido aliado de Robinson, o PT, da deputada federal Fátima Bezerra, candidata ao Senado.
É que o prefeito está liberando os aliados para votar na ex-governadora Wilma de Faria (PSB) para o Senado.
De Mossoró, já chega à capital os gritos do PT Oestano.

Fonte: http://heitorgregorio.com.br/

CANDIDATOS A GOVERNOS ESTADUAIS SOMAM 327 PROCESSOS JUDICIAIS.


Quatro em cada dez candidatos a governador em todo o País são alvo de processos na Justiça ou em Tribunais de Contas. No total, 63 participantes das corridas eleitorais nos Estados respondem por 327 ocorrências, sendo que 46 já foram condenados — 10 deles em Tribunais de Justiça, por improbidade administrativa e outras irregularidades. Os números foram levantados pelo projeto Quem Quer Virar Excelência, da Transparência Brasil. A organização, cuja principal bandeira é o combate à corrupção, pesquisou em mais de 120 fontes ocorrências na Justiça de todos os candidatos à Presidência e aos governos estaduais. O "pente-fino" atingiu ainda todos os que concorrem a uma vaga no Senado e na Câmara dos Deputados pelo Paraná. Os dados estão publicados no site da entidade. Dos processados, mais da metade (36) respondem na Justiça por irregularidades referentes ao exercício de função pública. São 249 os processos que se enquadram nessa caracterização, dos quais 170 por improbidade administrativa e/ou dano ao erário. Na definição legal, atos de improbidade administrativa envolvem condutas consideradas inadequadas ao exercício da função pública e podem ser alvo de punição se houver enriquecimento ilícito, lesão ao erário ou violação aos princípios da administração pública. Regras Os processados não estão, necessariamente, envolvidos em irregularidades - eles podem ser declarados inocentes na etapa do julgamento. Mesmo os condenados, por razões diversas, escapam de restrições impostas na Lei da Ficha Limpa — tecnicamente, portanto, não podem ser considerados fichas sujas". Uma exceção é o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (PR). Ele foi declarado "ficha suja" pelo Tribunal Regional Eleitoral, mas sua defesa recorreu e aguarda julgamento em segunda instância. Arruda é um dos quatro candidatos a governador que já ocuparam o cargo no passado e foram cassados. Ele perdeu o mandato por infidelidade partidária, em um desdobramento do escândalo em que se envolveu ao ser filmado recebendo dinheiro, no caso que ficou conhecido como Mensalão do DEM", legenda na qual se abrigava, na época. Cássio Cunha Lima (PSDB), que tenta voltar a comandar o governo da Paraíba, foi cassado quando ocupava o cargo, em 2009. Ele foi acusado de comprar votos ao distribuir cheques à população como parte de um suposto programa assistencial. Mão Santa (PSC), candidato no Piauí, foi cassado em 2001, acusado de abuso de poder econômico. O quarto cassado é Marcelo Miranda (PMDB), candidato em Tocantins, que perdeu o cargo de governador em 2009 por compra de votos e abuso de poder econômico. Todos os quatro são alvo de outros processos na Justiça.

Fonte: http://www.blogdotiaolucena.com.br/

terça-feira, 26 de agosto de 2014

ADEUS A ELIZEU CATITA.

Morreu o grande Elizeu Pires, figura que Princesa adotou como filho na década de 70 e que se tornou um princesense tão autêntico ou mais autêntico do que certos princesenses ditos da gema. Natural de Afogados da Ingazeira, apaixonado por futebol e torcedor do Náutico, Elizeu aportou em Princesa e de logo abriu uma sorveteria na Praça Coronel Zé Pereira. A sorveteria virou bar, o Bar de Elizeu Catita, point das figuras representativas do lugar, como médicos, dentistas, promotores, gerentes de bancos e parasitas. Depois Elizeu se tornou dono de loja, voltou a ser dono de bar e nesse muda/muda de ramo, preservou sempre a simpatia irradiante, a gargalhada que o caracterizava e o jeito sertanejo de fazer amigos, que não foram poucos os guardados na sua coleção de bem querer. Aposentado, mudou-se para João Pessoa, onde ficou até morrer na madrugada fria desta terça-feira, enchendo de saudades e de boas lembranças os corações dos seus incontáveis amigos e admiradores. Aos filhos de Elizeu, que foram meus contemporâneos em Princesa, o meu abraço de solidariedade. A sua viúva, o meu afeto de amigo. E a Elizeu, o desejo de que chegue logo no céu e reencontre os amigos que foram antes, como Edson Lisboa, Doutor Bento, Marcos Porróia, Bosco Coxim, João Ferreira e Pinto da Emater, entre tantos outros cuja máquina da memória nesse momento não permite lembrar.


EX-SENADORA PÕE MOLHO NA DISPUTA. E AFINAL, O QUE É QUE MARINA TEM? E O QUE É QUE MARINA NÃO TEM?

E os efeitos da entrada de Marina Silva na corrida presidencial seguem alvoroçando os bastidores e provocando um universo de interpretações e prospecções.
Que ela mexeu com a disputa, ninguém duvida. Afinal, tirou votos e chão dos concorrentes Aécio Neves (PSFB) e Dilma Rousseff (PSDB).
Mas o que a ex-senadora tem? E o que ela não tem? Por que Marina mudou tanto o cenário?
O QUE ELA TEM
* Recall da campanha de 2010, quando concorreu a Presidência da República e obteve mais de 19 milhões de votos.
* Desgaste zero numa campanha já em andamento. Enquanto os outros estiveram expostos por cerca um ano, ela fazia figuração de cabo eleitoral de luxo de Eduardo Campos.
* Concorrentes que não encantaram o eleitorado, mesmo estando tanto tempo em campanha. Ou seja, ela parece ser a figura a encarnar o que grande parte dos que protestaram em 2013 espera de um político (ou da política).
* Assumiu a cabeça de chapa de um partido bem maior e melhor estruturado do que o PV (sigla pela qual concorreu em 2010).
* Mesmo sem ser afirmativa, uma vez que opta por um discurso repleto de frases-slogan (que significam esperança, seriedade, “nunca desistir do Brasil”), consegue a empatia do eleitorado.
* Imagem associada à defesa do meio-ambiente e uso racional de recursos naturais.
* Cuidado de não se mostrar tão radical e acima do bem e do mal como fez em 2010. Agora, mesmo tendo optado por não apoiar ninguem no 2º turno daquele ano, diz querer governar com respaldo de Lula e FHC. Até mesmo José Serra, que acabou sendo o candidato derrotado por Dilma em 2010, faz parte dos planos da neosocialista.
* Imagem de vencendora: “moça pobre, nascida no interior do Acre, filha de seringueiros, que aprendeu a ler e a escrever apenas aos 16 anos, pelo Mobral; estudante esforçada que cursou história na Universidade Federal do Acre, se especializou em teoria psicanalítica, psicopedagogia e metodologia em ciências contábeis, (todas pela Universidade de Brasília), mesmo trabalhando como empregada doméstica e professora; e, por fim, política que chegou ao Senado e ao ministério de Lula”. Trajetória desse porte costuma comover e impressionar.
* Empatia da classe média, certamente encantada com a pose de guardiã das florestas, mas linkada com a “nova política” e respaldada pelo onipresente Banco Itaú. Por exemplo, o eleitor médio de São Paulo, que não se vê representado pelo mineiro Aécio, acha Dilma um estorvo e jamais votaria no nordestino Eduardo, achou sua “alma gêmea” para a urna. Marina se encaixa perfeitamente na “tendência” que reúne o duo moralidade e modernidade (de boutique) que tanto satisfaz parte do eleitorado.
* Fluência para externar opiniões e capacidade de argumentar. Ou seja, é boa oradora e se posiciona bem em debates.
* Simpatia e apoio da mídia.
O QUE ELA NÃO TEM
* Confiança plena do PSB, que sabe que sua candidata, eleita ou não, deve retomar o projeto de fundação do seu partido, a Rede Solidariedade. O que esse cenário será capaz de mexer com a campanha, vai depender da relação da Marina com o comando socialista.
* Resposta convincente sobre a situação legal do avião que acabou por cair e matar Eduardo Campos. A situação pode complicar a candidatura junto à Justiça Eleitoral.
* Paz em relação à concorrência. Petistas e tucanos agem para conter a “onda Marina”. E, nessa ofensiva, a artilharia será pesada.
* Experiência administrativa (além do tempo no Ministério do Meio Ambiente) que, por sinal, começa a ser apontada (a inexperiência) como falha no currículo dela.
* Confiança de parte do eleitorado de que se manterá, se eleita, distante dos mandamentos religiosos que segue (ela é protestante).
* Segurança em temas que confrontam direitos civis conquistados com preceitos (ditos bíblicos) que condenam, entre outras causas, casamento entre pessoas do mesmo sexo e aborto.
* Simpatia de militantes e organizações que atuam na defesa de direitos huimanos e civis, feminismo.
* Simpatia do setor do agronegócio, que ela trata como inimigo por considerar ser o responsável por tudo de ruim que ocorre no meio ambiente do país.
* Coerência diante do compromisso de levar adiante o projeto de Eduardo. Embora afirme estar agindo para fazer frutificar o Eduardo plantou, ela faz restrições a alianças firmadas pelo líder socialista. Quer dizer, nem tudo o que o candidato morto construiu merece respaldo.
* Certeza de que esse rápido crescimento não se transformará numa bolha a explodir logo adiante.

Foto: Diário de Pernambuco

O PAPEL DE MOSSORÓ NO RESULTADO ELEITORAL.

O prefeito Francisco José tem cuidado bem das candidaturas de Robinson Faria e Fátima Bezerra. Os dois, sobretudo a deputada petista, podem dizer que são conhecidos em Mossoró, mas preferem que a coligação seja comandada pelo prefeito que além de conhecer bem a cidade em seus aspectos políticos está à frente da administração municipal.
Henrique e Wilma, por outro lado, são mais conhecidos na cidade e já disputaram diversos pleitos, recebendo expressivas votações em todos eles. Por esse motivo recebem o apoio de lideranças locais, mas executam suas próprias ações políticas auxiliados por assessores trazidos de Natal.
No último final de semana, houve intensificação da campanha política na cidade. Os analistas políticos consideram que o resultado eleitoral em Mossoró passou a ser visto com mais cuidado e interesse. Vicente Serejo, no Jornal de Hoje, lembra que "as lutas locais são mais fortes que o apelo dos candidatos. O que acaba dando às disputas um sentido furta-cor que poderá enganar a muita gente".
A jornalista Daniela Freire, no mesmo Jornal de Hoje, afirma que "tanto os candidatos como os seus marketings sabem da importância daquele município (Mossoró) como reduto eleitoral e sabem que os votos da capital do Oeste podem fazer vencer a eleição ou levá-la para um segundo turno."


INQUÉRITOS DE MAIS DE 2 MIL HOMICÍDIOS NÃO FORAM CONCLUÍDOS NO RN, DIZ MP.


Dados são referentes ao período de janeiro de 2013 a abril deste ano.
Órgão ministerial concedeu entrevista sobre subnotificação de homicídios.


O Ministério Público do Rio Grande do Norte aponta que mais de dois mil inquéritos de crimes de execução deixaram de ser concluídos no estado em 16 meses. A informação foi dada em coletiva de imprensa concedida nesta terça-feira (26) pelo procurador-geral de Justiça, Rinaldo Reis Lima, e pela coordenadora do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça Criminais (Caop Criminal), Luciana Andrade D'Assunção, sobre o projeto institucional para combate a subnotificação de homicídios no Rio Grande do Norte.
Os dados referentes ao período entre janeiro de 2013 e abril deste ano mostram que 2015 crimes de execução não tiveram os inquéritos encaminhados à Justiça. De acordo com o MP, no ano passado foram abertos inquéritos para investigar 299 homicídios, todos encaminhados à Justiça. Por outro lado, 1.600 crimes de execução não tiveram os inquéritos entregue ao poder judiciário.
O relatório quadrimestral divulgado nesta terça pelo órgão ministerial mostra que outros 415 homicídios ficaram subnotificados de janeiro a abril deste ano. No total foram 550 vítimas de execução nos municípios monitorados até abril. Desse total, apenas 135 chegaram até a Justiça após instauração de inquérito policial. O levantamento dos primeiros quatro meses de 2014 monitorou crimes em 68 municípios potiguares (veja o relatório na íntegra).
O MP indica situações mais graves em Natal, Mossoró e Parnamirim. Na capital potiguar foram registrados 200 homicídios sem inquérito até abril. Já em Mossoró o número chegou a 60 e em Parnamirim, na Grande Natal, o relatório mostra 41 crimes de execução que não tiveram inquéritos entregues ao poder judiciário.
O órgão ministerial afirma que o objetivo principal do levantamento é acompanhar as investigações dos casos e traçar o mapa da violência no Estado, além de buscar e assegurar a cobertura de todas as mortes provenientes de execução. Das cidades monitoradas, Assu teve quase 100% dos homicídios encaminhados à Justiça.
O procurador-geral de Justiça e a coordenadora do Caop Criminal apresentaram todas as informações apuradas e organizadas dentro de uma planilha, detalhando cada crime, sua localidade e se passou por algum tipo de registro ou investigação por parte da polícia, bem como se houve consolidação dos procedimentos primários de algum crime.

Fonte: Felipe Gibson/http://g1.globo.com/
Foto: Marcelino Neto/G1

JUSTIÇA BLOQUEIA BENS DA ASSOCIAÇÃO DO HOSPITAL DIX-SEPT ROSADO.

Hospital é referência para o atendimento em obstetrícia de baixa e média complexidade de Mossoró.

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 21ª Região determinou o bloqueio de todos os bens da Associação de Assistência e Proteção Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), a fim de garantir o cumprimento dos direitos trabalhistas dos funcionários da Instituição.
O bloqueio foi pedido, em Ação Cautelar Preparatória de Ação Civil Pública com pedido de liminar, ajuizada conjuntamente entre Ministério Público do Trabalho e Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte.
A APAMIM é gestora do Casa de Saúde Dix-sept Rosado, hospital de referência para o atendimento em obstetrícia de baixa e média complexidade de Mossoró. A associação possui convênio com o município e recebe repasses do Sistema Único de Saúde (SUS). Apesar dos repasses, o Hospital está com os serviços paralisados tendo em vista suas condições físicas precárias, salários em atraso e diversas execuções trabalhistas.
A ausência do serviço prestado pela APAMIM sobrecarrega o Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, o qual não possui estrutura física nem de pessoal para suportar a migração de pacientes, uma vez que foi concebido para atender apenas mulheres com gestação de alto risco.
O Ministério Público Estadual vem realizando investigações a fim de apurar a má administração dos recursos por parte da administração da APAMIM, mas a associação já descumpriu vários termos de ajustamento de conduta, prejudicando e inviabilizando o acesso a documentos essenciais para a fiscalização contábil e patrimonial.
O MPT e o MP apenas tiveram acesso a toda documentação após ajuizar ação cautelar de busca e apreensão de documentos, acatada pelo Juízo da Fazenda Pública de Mossoró.
Após análise dos documentos apreendidos e tomada de depoimentos de funcionários e gestores da entidade, foi constatada uma série de irregularidades, como ausência de qualquer inventário de bens e ou procedimento de tombamento patrimonial dos bens e maquinários existentes na casa de saúde.
Além disso, a associação possui um passivo judicial e trabalhista já configurado de mais de R$ 10 milhões com sucessivas penhoras, 305 trabalhadores com mais de três meses de salários atrasados, bem como contribuições previdenciárias e FGTS. O MPT alega que se a situação perdurar, nem os bens restantes conseguirão saldar as dívidas futuras.
Diante dos fatos, a Justiça do Trabalho determinou que a prefeitura de Mossoró suspenda todos os créditos em favor da APAMIM, direcionando o depósito dos valores para conta à disposição do juízo, o bloqueio online de todas as contas da entidade até o montante de R$ 6 milhões, além do bloqueio das contas e penhora dos bens de seus sócios.

Fonte: Ministério Público/http://nominuto.com/

PEC APLICA LIMITES DA LEI DA FICHA LIMPA À CONTRATAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS.

As limitações impostas pela Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar nº 135/2010) também poderão orientar a contratação de servidores públicos pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios. Proposta de emenda à Constituição (PEC 20/2012) da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) estabelece, entre outras restrições, dez tipos de crime que tornariam inacessíveis cargos, empregos e funções públicas para quem tiver sofrido condenação definitiva da Justiça.
Inicialmente Vanessa pretendia que essa vedação também se aplicasse aos condenados por órgão judicial colegiado. Mas emenda apresentada pelo senador Humberto Costa (PT-PE), relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), eliminou esse impeditivo.
A intenção, conforme justificou Humberto Costa, foi afastar questionamentos sobre uma eventual “flexibilização” do princípio de presunção de inocência. Assim, a emenda restringiu a proibição de acesso a cargos, empregos e funções públicas apenas aos condenados com decisão transitada em julgado, ou seja, de caráter definitivo.

Fonte: Simone Franco/http://www12.senado.gov.br/

VEREADOR DO PT SUSPEITO DE MATAR TORCEDOR É PRESO.

Suspenso pelo partido, Raimundo César Faustino é acusado de homicídio, rixa qualificada e lesão corporal por se envolver em briga de torcidas organizadas.

A Polícia Civil prendeu nesta terça-feira o vereador petista Raimundo Cesar Faustino, de 41 anos, em Francisco Morato, cidade da Grande São Paulo onde ele cumpre mandato parlamentar. Faustino é suspeito de espancar e matar o torcedor palmeirense Gilberto Torres Pereira, morto na última quarta-feira com diagnóstico de morte cerebral — a vítima ficou internada durante três dias por traumatismo craniano. O vereador foi indiciado por homicídio, rixa qualificada e porte de arma branca. Outros dois torcedores corintianos e quatro palmeirenses estão presos por envolvimento na briga. Faustino nega ter participado do confronto.
O delegado da Seccional de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, Cosmo Stikovics Filho, afirmou que o vereador – foragido há dois dias, quando teve a prisão preventiva decretada – estava escondido na casa de conhecidos. “Nós o capturamos depois de fazer um levantamento de vários locais onde ele poderia estar”, disse.
Nesta segunda-feira, o Partido dos Trabalhadores informou que suspendeu por sessenta dias o vereador e mais dois filiados que estavam na confusão, Leonardo Gomes dos Santos e Gentil Chaves Siani. “Os indícios que existem hoje são suficientes para a suspensão. Não temos tolerância para violência e não vamos compactuar com qualquer tipo de agressão”, disse, em nota, o presidente do PT no Estado de São Paulo, Emídio de Souza. O comitê estadual do partido também autorizou que o caso fosse encaminhado à Comissão de Ética do PT, que terá sessenta dias para investigar o ocorrido e tomar outras providências.
Conflito – Na manhã de 17 de agosto, integrantes de torcidas organizadas – a corintiana Gaviões da Fiel e a palmeirense Mancha Verde – entraram em conflito próximo a uma estação de trem em Franco da Rocha. Os palmeirenses se dirigiam ao Estádio do Pacaembu, onde assistiriam ao clássico contra o São Paulo, e os corintianos voltavam de uma festa na quadra da Gaviões. Durante o confronto, seis pessoas foram presas. Apesar de ter sido identificado pelos policiais como um dos agressores, o vereador conseguiu fugir do local. Segundo o Boletim de Ocorrência, o palmeirense Gilberto Torres Pereira foi agredido com um bastão de madeira e encontrado caído na rua. Ele foi internado e morreu três dias depois.
Conhecido como Capá, Faustino cumpre o segundo mandato como vereador em Francisco Morato. Nas eleições deste ano, ele se candidatou a deputado estadual pelo PT. Nas imagens de campanha divulgadas por sua página no Facebook, o petista aparece vestido com roupas da torcida organizada e com o seguinte slogan: "Gavião vota em Gavião". Segundo o seu perfil publicado na Câmara Municipal de Francisco Morato, ele é filiado ao PT desde 2002.
O vereador também foi flagrado por imagens de câmeras da televisão desferindo um golpe contra um policial no jogo entre Corinthians e Vasco, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, em agosto de 2013. Por causa da agressão, ele foi impedido de entrar em estádios brasileiros por noventa dias. De acordo com o seu blog, que é mantido por sua assessoria, Capá é membro do Conselho Deliberativo da Gaviões da Fiel.

Fonte: Eduardo Gonçalves/http://veja.abril.com.br/
Foto: Veja

DILMA TEM 34%, MARINA, 29% E AÉCIO, 19%, APONTA PESQUISA IBOPE.

Em simulação de segundo turno, Marina tem 45% e Dilma, 36%.
Instituto ouviu 2.506 eleitores entre os últimos sábado e segunda-feira.

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (26) aponta Dilma Rousseff (PT) com 34% das intenções de voto para presidente da República e Marina Silva (PSB), com 29%. O candidato do PSDB, Aécio Neves, tem 19%, seguido de Pastor Everaldo (PSC) e Luciana Genro (PSOL), com 1% cada um. Os outros seis candidatos somados acumulam 1%.
O levantamento indica que, em um eventual segundo turno entre Dilma Rousseff e Marina Silva, a ex-senadora teria 45% e a atual presidente, que tenta a reeleição, 36%.
Encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo", a pesquisa é a primeira do Ibope com Marina Silva como candidata do PSB.
No levantamento anterior do instituto, divulgado no último dia 7, o candidato do partido ainda era Eduardo Campos, que morreu em acidente aéreo no último 13. Naquela pesquisa, Dilma tinha 38%, Aécio, 23%, e Campos, 9%. Entre uma pesquisa e outra, a taxa de indecisos passou de 11% para 8%, e a de quem pretende votar em branco ou nulo, de 13% para 7%.
Confira abaixo os números na modalidade estimulada da pesquisa (em que o pesquisador apresenta ao entrevistado um cartão com os nomes de todos os candidatos):
- Dilma Rousseff (PT): 34%
- Marina Silva (PSB): 29%
- Aécio Neves (PSDB): 19%
- Luciana Genro (PSOL): 1%
- Pastor Everaldo (PSC): 1%
- José Maria (PSTU): 0%*
- Eduardo Jorge (PV): 0%*
- Rui Costa Pimenta (PCO): 0%*
- Eymael (PSDC): 0%*
- Levy Fidelix (PRTB): 0%*
- Mauro Iasi (PCB): 0%*
- Brancos/nulos/nenhum: 7%
- Não sabe: 8%
* Cada um dos seis indicados com 0% não atingiu 1% das intenções de voto; somados, eles têm 1%
O Ibope ouviu 2.506 eleitores em 175 municípios entre os últimos sábado (23) e segunda-feira (25). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00428/2014.
Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte:
- Dilma Rousseff (PT): 27%
- Marina Silva (PSB): 18%
- Aécio Neves (PSDB): 12%
- Outros: 2%
- Brancos/nulos/nenhum: 12%
- Não sabe: 28%
Segundo turno
O Ibope simulou os seguintes cenários de segundo turno:
- Marina Silva: 45%
- Dilma Rousseff: 36%
- Brancos/nulos/nenhum: 9%
- Não sabe: 11%

- Dilma Rousseff: 41%
- Aécio Neves: 35%
- Brancos/nulos/nenhum: 12%
- Não sabe: 12%
Rejeição
Dentre os 11 candidatos a presidente, Dilma Rousseff tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Veja os números:
- Dilma Roussef: 36%
- Aécio Neves: 18%
- Pastor Everaldo: 14%
- Zé Maria: 11%
- Marina Silva: 10%
- Eymael: 9%
- Levy Fidelix: 9%
- Luciana Genro: 8%
- Rui Costa: 7%
- Eduardo Jorge: 7%
- Mauro Iasi: 6%
Avaliação do governo
A pesquisa mostra que a administração da presidente Dilma tem a aprovação de 34% dos eleitores – no levantamento anterior, divulgado no último dia 7, o índice era de 32%. O percentual de aprovação reúne os entrevistados que avaliaram o governo como "bom" ou "ótimo".
A pesquisa mostra ainda que o índice dos que desaprovam a gestão, ou seja, consideram o governo "ruim" ou "péssimo", é de 27% (31% no levantamento anterior). Consideram o governo "regular" 36% (na pesquisa anterior, 35%).
O resultado da pesquisa de avaliação do governo Dilma foi o seguinte:
- Ótimo/bom: 34%
- Regular: 36%
- Ruim/péssimo: 27%
- Não sabe: 2%


EYMAEL ACUSA MARINA DE PLÁGIO NAS REDES SOCIAIS.

A estreia da ex-ministra Marina Silva candidata a presidente causou revolta de José Maria Eymael (PSDC) nas redes sociais. No twitter, o candidato José Maria Eymael escreveu: “Hoje, no Horário Eleitoral, a candidata que está no lugar de Eduardo Campos, sem pudor, plagiou o PSDC". Que Queremos e Podemos".

BRASIL, UM PAÍS SEM UMA POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA.

Há duas décadas as primeiras pesquisas de opinião identificaram que a segurança pública seria um dos temas que deveriam ser levados aos debates presidenciais no Brasil. Isso porque é um assunto que passou a preocupar os cidadãos, diante do aumento das taxas de roubos e homicídios, da baixa resolução dos crimes e do consequente aumento da sensação de insegurança.
Naquela época, a taxa de homicídios era de 20,2 para cada grupo de 100.000 habitantes. Ou seja, a cada dia 83 pessoas eram assassinadas no país. Depois de dois governos tucanos (Fernando Henrique Cardoso – 1995 a 2002) e quase três petistas (Lula da Silva – 2003 a 2010 e Dilma Rousseff – 2011 a 2014), a taxa saltou para 29, o que quer dizer que 154 assassinatos acontecem por dia.

Fonte: Afonso Benites/http://oglobo.globo.com/pais/noblat

MARINA, UM TSUNAMI.

Um dos dirigentes do PSB que mais faziam ressalvas à agora presidenciável Marina Silva, o deputado Márcio França, candidato a vice-governador em São Paulo na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB), avalia que a ex-senadora terá uma guinada "avassaladora" na intenção de voto a ser divulgada nesta terça-feira pelo Ibope. França rebateu o tucano Aécio Neves, que nesta segunda disse que a popularidade de Marina era apenas uma "onda". "O problema é o tamanho da onda. Tem onda de 1 metro, 5 metros, 8 metros,10 metros... E tem onda de 80 metros. Se for muito grande, depois não tem o que fazer ", disse. O parlamentar também disse que a comoção pela morte trágica do ex-governador e cabeça de chapa Eduardo Campos favoreceu Marina. "A frase mais bonita que eu ouvi foi de um bispo: 'As pessoas estão com saudade do futuro, como se tivessem ficado com saudade de uma coisa que não conheciam'. Agora todo mundo se sente um pouco fã do Eduardo, um pouco arrependido por não tê-lo conhecido melhor. E tudo isso, claro, deságua de certa forma na Marina."

Fonte: Eduardo Gonçalves e Felipe Frazão/http://veja.abril.com.br/
Foto: Leonardo Bennassato/Futura Press