De acordo com o processo, Sinval convencia fiéis de que os atos faziam parte de um suposto “tratamento espiritual”, “unção” ou ritual para “quebrar maldições” e alcançar curas. Sob esse pretexto, ele praticava condutas abusivas e exigia dinheiro, explorando a fé e a vulnerabilidade das vítimas.
Entre os relatos mais chocantes, consta que o líder religioso bebia o “leite” dos varões da igreja, alegando que isso seria necessário para curar úlceras gástricas, prática considerada abusiva, fraudulenta e criminosa pela Justiça.
A investigação apontou que os crimes ocorreram de forma reiterada, com abuso de confiança e grave violação da dignidade das vítimas. A condenação também reforça que nenhuma crença religiosa justifica violência, coerção ou exploração.
Fonte: Pereiro na Mídia
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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.