Dez pessoas, incluindo a pessoa suspeita de praticar o crime, morreram depois que uma mulher abriu fogo em uma escola secundária no oeste do Canadá na terça-feira, em um dos eventos com maior número de vítimas da história recente do país.
O incidente trouxe ao Canadá o tipo de tiroteio em massa mais comum nos Estados Unidos, e foi realizado por um atirador do sexo feminino, informou a polícia.
Seis pessoas foram encontradas mortas dentro de uma escola secundária na cidade de Tumbler Ridge, na Colúmbia Britânica, outras duas pessoas foram encontradas mortas em uma residência que se acredita estar relacionada ao incidente, e outra pessoa morreu a caminho do hospital, informou a Polícia Montada Real Canadense.
Pelo menos duas outras pessoas foram hospitalizadas com ferimentos graves ou com risco de vida, e cerca de 25 pessoas estavam sendo tratadas por ferimentos sem risco de vida, informou a polícia.
A suposta atiradora também foi encontrada morta, aparentemente por ferimento autoinfligido, informou a polícia, acrescentando que não acreditava haver mais suspeitos ou ameaças contínuas ao público.
'É difícil saber o que dizer em uma noite como esta. É o tipo de coisa que parece acontecer em outros lugares e não perto de casa', disse o primeiro-ministro da Colúmbia Britânica, David Eby, aos repórteres.
A polícia não divulgou quase nenhum detalhe sobre a atiradora, exceto para dizer que a pessoa foi descrita como uma mulher — desenvolvimento potencialmente incomum, já que os tiroteios em massa na América do Norte são quase sempre realizados por homens.
Um alerta da polícia sobre um atirador ativo disse que a suspeita foi descrita como 'uma mulher vestida com um vestido e cabelos castanhos'. O superintendente da polícia, Ken Floyd, confirmou mais tarde em uma coletiva de imprensa que a suspeita descrita no alerta era a mesma pessoa encontrada morta na escola. A polícia não informou quantas das vítimas poderiam ser menores de idade.
O tiroteio está entre os mais mortais da história do Canadá.
Fonte: Ismail Shakil e Ryan Patrick Jones - Reuters/Antanea 1
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