“Não foi um ato impensado, mas de grande desespero, frente à situação de fome que ocorria em minha casa. O furto resultou de inúmeras situações graves de perseguição que venho sofrendo por parte da minha família, mãe e duas irmãs, que insistem em causar intenso sofrimento e praticar maldades comigo”, afirma a delegada aposentada.
Falta de comida em casa
Adriana acusa a família de orquestrar a exclusão do cadastro dela de moradora do condomínio de forma a impedi-la de sair e entrar, além do corte de energia elétrica e água, e do bloqueio da senha do cartão bancário. “Tudo foi feito para que eu entrasse em desespero completo devido à falta de comida em casa, para mim e cinco animais de estimação”, relata Adriana.
Sobre a própria saúde mental, ela diz que é “normalíssima”. “Não tenho pressão alta, nao tomo medicamento controlado. Nunca fui para esse lado de tomar remédio, nunca tive depressão, não bebo, não fumo, nunca usei droga na minha vida. Quando a minha filha faleceu foi difícil, mas nem licença médica eu tirei. Minha sanidade está em dia, pode me mandar para 20 psiquiatras diferentes”, diz ela ao Mais Goiás.
Fonte: Alexandre M Bitt/Mais Goías
Foto: Nerildo e Nerivan
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