O motivo é alarmante: racionamento de gás de cozinha, item básico e indispensável para o funcionamento da cozinha hospitalar. O aviso foi repassado pela Direção Administrativa e pela Divisão de Nutrição e Dietética, que atribuem à Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP) a responsabilidade pelo contrato.
No comunicado, a gestão afirma que está “tomando providências”, mas não estabelece qualquer prazo para a retomada do serviço. Na prática, médicos, enfermeiros, técnicos e demais servidores seguem sendo obrigados a improvisar a própria alimentação — ou simplesmente trabalhar sem comer — durante extensos plantões.
A situação no Giselda Trigueiro não é um caso isolado. Falta de insumos, contratos mal geridos, paralisações de empresas terceirizadas e agora ausência de gás fazem parte da rotina dos hospitais públicos do RN. O resultado é sempre o mesmo: o ônus do descaso recai sobre quem sustenta o sistema de saúde com trabalho e sacrifício diário.
O Governo do Estado demonstra, mais uma vez, incapacidade de enfrentar problemas estruturais que se arrastam há anos. Governadora Fátima Bezerra, quem trabalha precisa comer. Garantir alimentação é o mínimo. Respeito e dignidade aos profissionais da saúde já.
Fonte: Blog do Belo
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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.