Mohamad e Roberto negam enfaticamente ter qualquer elo com o PCC.
Fontes ouvidas pelo Estadão afirmaram que Beto e Primo, ambos foragidos, teriam informações explosivas, suficientes para "derrubar metade do Congresso". É coisa de mais de meio bilhão de reais em propinas a parlamentares e autoridades.”
Provas?
Alegam ter em mãos uma coleção de mensagens de WhatsApp que indicam encontros pessoais ou com ‘laranjas’ para entrega de propinas, pagas em troca de ‘alívio’ para o setor de combustíveis, explorado por eles via uma colossal rede de postos do crime organizado.
“Chegaremos não só a empresários e empresas, mas a agentes públicos e eventualmente até políticos”, declarou, em nota, o procurador-geral de Justiça, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, chefe do MP paulista. “Nosso objetivo é impessoal.”
Segundo o procurador, ‘qualquer pessoa que tiver qualquer envolvimento, em qualquer etapa dessa cadeia criminosa, terá que se explicar e sofrerá as consequências penais, administrativas e cíveis cabíveis’.
A negociação de um eventual acordo não está sob alçada da Procuradoria-Geral, mas ainda em avaliação dos promotores da Carbono Oculto, deflagrada na manhã de 28 de agosto do ano passado.
A Carbono é apontada como a maior ofensiva já realizada para deter a infiltração do crime organizado na economia formal. A ação atingiu o setor de combustíveis e também fintechs e fundos sediados na Avenida Faria Lima, na capital paulista.
Fonte: Blog do Fausto Macedo – Estadão/Blog do BG
Foto: Reprodução
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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.