Segundo a família, durante o procedimento Camila sofreu uma parada cardiorrespiratória e teve danos cerebrais irreversíveis. Mãe de duas crianças, hoje ela permanece internada em UTI, alternando entre estado neurovegetativo e minimamente consciente.
O marido afirma que houve negligência médica e que alarmes de apneia teriam sido ignorados durante a cirurgia. A representação apresentada ao Cremepe aponta atraso na identificação da parada e na reanimação, o que teria causado as sequelas permanentes.
A família pede o afastamento e a cassação do registro das médicas envolvidas. O conselho informou que denúncias e sindicâncias tramitam em sigilo.
Fonte: 96 FM Natal
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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.