Educadora Juvilete Kviatkoski e a adolescente Mariana Vitória Cuochinski são lembradas pelo acolhimento e dedicação; município decretou luto oficial por três dias
A tragédia que vitimou a professora e catequista Juvilete Kviatkoski, de 37 anos, e a filha Mariana Vitória Cuochinski, de 15, deixou o município de União do Oeste em luto. Colegas de trabalho, alunos e membros da comunidade escolar e religiosa destacam o legado de afeto, empenho e solidariedade deixado por mãe e filha.
A Administração Municipal decretou luto oficial por três dias. O crime ocorreu por volta das 10h30 desta sexta-feira (9). Jair Cuochinski matou a esposa e a filha adolescente, a facadas dentro de casa e acabou morto em confronto com a PM (Polícia Militar).
Quem era a professora e catequista morta em casa com filha em SC
Colega de Juvilete na E.E.B. São Luiz e professora de Mariana, Roseli Teresinha Raimundi, relatou que a Juvilete era conhecida pelo comprometimento e pelo carinho com alunos e colegas.
"Juvilete começou como merendeira na escola, depois foi terceirizada como faxineira, fez faculdade de Pedagogia e passou a atuar como segunda professora. Os alunos e os colegas sempre gostaram muito dela”, afirmou Roseli.
Sobre Mariana, Roseli descreveu uma adolescente acolhedora e empática. “Era uma menina muito querida, curiosa, simples e sempre disposta a ajudar. Essa empatia fazia parte da personalidade dela.”
Segundo a professora, mãe e filha tinham em comum a disposição para servir e apoiar quem estivesse por perto. “Eram companheiras, parceiras, cheias de vida. Pessoas especiais, prontas para ajudar”, resumiu Roseli.
Juvilete concluiu a graduação em Pedagogia em 2019 e atuava há algum tempo como profissional da educação no município.
Fonte: ND Mais
Foto: Redes Sociais
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