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terça-feira, 6 de janeiro de 2026

DIREITA BRASILEIRA APOSTA EM DELAÇÃO DE MADURO PARA DESGASTAR LULA

Caciques conservadores acreditam que Trump avançará sobre ligações do regime venezuelano com partidos de esquerda na América do Sul

Lideranças da direita brasileira apostam que eventual delação do presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, atingirá o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros aliados e ex-aliados na América Latina. No momento, trata-se de uma mera esperança, sem base real, que demonstra o desejo de desgastar o petista na tentativa de reeleição após a intervenção dos Estados Unidos em Caracas.

A tese da direita é que uma delação de Maduro revelará possíveis ligações financeiras entre o regime instaurado por Hugo Chávez em 1999 e partidos de esquerda na América do Sul. Conservadores apostam que conseguirão informações sobre operações envolvendo o Brasil, como obras de infraestrutura realizadas na Venezuela.

Além de esperarem uma delação, caciques da direita brasileira avaliam que a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela tira de Lula um dos seus “trunfos” para a eleição de 2026: a aproximação com o presidente norte-americano, Donald Trump. Além de sequestrar o presidente Nicolás Maduro, Washington promete longa estada em Caracas, o que deve prolongar a crise diplomática com governos de esquerda América do Sul.

Lideranças da direita brasileira apostam que eventual delação do presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, atingirá o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros aliados e ex-aliados na América Latina. No momento, trata-se de uma mera esperança, sem base real, que demonstra o desejo de desgastar o petista na tentativa de reeleição após a intervenção dos Estados Unidos em Caracas.

A tese da direita é que uma delação de Maduro revelará possíveis ligações financeiras entre o regime instaurado por Hugo Chávez em 1999 e partidos de esquerda na América do Sul. Conservadores apostam que conseguirão informações sobre operações envolvendo o Brasil, como obras de infraestrutura realizadas na Venezuela.

Além de esperarem uma delação, caciques da direita brasileira avaliam que a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela tira de Lula um dos seus “trunfos” para a eleição de 2026: a aproximação com o presidente norte-americano, Donald Trump. Além de sequestrar o presidente Nicolás Maduro, Washington promete longa estada em Caracas, o que deve prolongar a crise diplomática com governos de esquerda América do Sul.

Fonte: Augusto Tenório/Metrópoles

Foto: Ricardo Stuckert/PR

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