Boatos dão conta de rupturas que estão por vir ou que silencioosas, já ocorreram.
Martins viviencia momentos de dúvidas do que possa acontecer no cenário político. a oposição reclama, mas se olhar no retrovisor verá que não tem muito, verdadeiramente do que reclamar. Pelo menos no que diz respeito as condiçõpes do município.
E hoje, parece está dividida em três blocos, que haverão des e gladiar até as proximidades de 2028, quando o processo eleitoral pode ou não voltar para a antiga forma de gerenciar os destinos daquela cidade ; manter o modelo dos dias atuais ou, quem sabe, experimentar outra forma de gestão.
Com 25% do mandato já tendo passado, tem quem peça mudança, mas concordemos que a mudança é exatamente como a cidade vivia até 31 de dezembro de 2024. Ao menos que desejem uma outra mudança, com integrante da terceira via encabeçando uma majoriotária.
Choque de gestão, era o que muitos tinha anseio. Afinal, o atual mandatário martinense foi eleito com 8,02 pontos percentuais de difefrença, contra a então gestora que buscava a renovação do mandato. Isso deixa claro e evidente, que havia uma vontade imensa de mudança. Queiram ou não, terão que se adaptar ao modelo administrativo aplicado pelo novo bloco governista, que mesmo fatiado, tem até 31 de dezembro de 2028 para mostrar ou não serviço. E aí, o sacro crivo popular decidirá pela continuidade ou o fim da era que hoje dar as cartas em Martins.
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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.