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RIO GRANDE DO NORTE

domingo, 23 de julho de 2017

MARCELINO VIEIRA: LEGISLATIVO DIVIDIDO E PARECER FAVORÁVEL.

A atual legislatura de Marcelino Vieira, é incomensuravelmente melhor que a anterior. Tem vereadores que verdadeira gozam de saber legislativo suficiente para desenvolver um bom trabalho. Seja na oposição, como na situação. E até mesmo em cima do muro. Para fazer uma melhor distinção, vereadores independentes, que não precisam de nenhum lado para difundir seu trabalho de legítimo representante do povo.
Mas, se analisarmos bem, veremos que ala nenhuma, das duas que comumente existem em cidades menores, tem a exatidão de quantos integrantes têm exatamente.
Hoje, em tese, a situação teria Aurivones, Chico Filho, Chinô, Ednaldo Vieira, Fátima Bandeira e o "para-choques" do bloco, Pedro Júnior. Pedro é aquele que bravamente tem defendido o executivo com maior vigor. Por isso a designação que cito. Mas para onde vai Pedro Júnior, caso tenha a situação a ideia de fazer de Cézar Paiva, presidente para o biênio 2019-20? Seria uma atitude suicida. Perderiam assim o maior referencial de defesa da gestão Babau. Mesmo se tiver semelhante desenvoltura, Cézar longe do legislativo não teria a mesma tenacidade que hoje o suplente tem.
E onde ficará Chinô no grupo governista, sabendo que terá que dividir e ser correligionário de Chico Filho? Informações dão conta que, ao deixar o grupo da oposição, que o acolheu com unhas e dentes, e ingressando nas hostes contrárias, Chico Filho causou um mal estar no bloco babalista. Não teria, supostamente, a concordância do empresário-crediarista, a vinda do "estranho no ninho".
Contudo, com a mudança de lado, a vira-casaca que Chico Filho proporcionou, conta a situação com 6 vereadores. Mas se a oposição soube "perder para ganhar depois", tem tudo para fazer a presidência no último mandato presidencial desta legislatura. Vai que una-se ao trio, Adalberto, Hagamenon e Raimundo do Panati, o atual chefe do legislativo, Aurivones e que, diante de qualquer desconforto, um dos parlamentares governista, venha compor o grupo contrário. Seriam 5, maioria simples e suficiente para se ter a chefia do legislativo no que poderá ser, então, a nova oposição.
E é aí que poderemos ter uma grande surpresa, já em 2020. A oposição, (aleijada de nome de peso para disputa de chapa no executivo, desde o pleito de 2016, quando indicou-se Verônica Rodrigues), poderá começar a construir na eleição do segundo biênio, o nome do atual presidente Aurivones, para compor a cabeça na chapa, para 2020. Mas, é crucial que se costure com firmeza, de forma sólida, para que com a maioria do legislativo, possam impor certas questões que dependam obrigatoriamente do legislativo.  
E como se não bastasse, tem a tropa parlamentar do prefeito Babau, o árduo trabalho "herculano", de solucionar a polêmica e dubiedade que o Projeto que prever a destinação de recursos do executivo para a maternidade local, gerou. Apesar de se ter um parecer favorável, que aparentemente somente analisou o bem da população, com o devido respeito, esqueceu-se a lei. Essa permite?
Segundo informações, não é justo, perante a lei, o envio de recursos federais a nenhum órgão que não seja aquele para qual foi destinado estes valores.
Causaria assim, conforme jurisprudência, crime de Improbidade Administrativa, tendo em vista que, mesmo que por ordem judicial estando a maternidade sob comando do executivo, esta ainda está atrelada a outra entidade, no caso a APAMI. E ainda, é vetado o destino de recursos federais, chamado de recursos carimbados, para órgão que não seja o inicialmente constado em convênio ou similar.
Mas tem outra questão que necessita ser urgentemente esclarecido: se a prefeitura esteja destinando mensalmente valores para a entidade que geria a maternidade, por que atrasou-se estes valores, que não deu para quitar salários?

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