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RIO GRANDE DO NORTE

domingo, 30 de julho de 2017

PAIS ABREM OS OLHOS E COMEÇAM A SE PREOCUPAR COM IDEOLOGIA DE GÊNERO NAS ESCOLAS.

Uma matéria publicada pelo jornal O Globo, na tarde de hoje, mostra exatamente de que lado a imprensa realmente está.
A matéria trata da questão da ideologia de gênero nas escolas, que os jornalistas Renata Mariz e Eduardo Barretto chamam de “questão de gênero”, e faz sutis críticas aos pais de alunos que se preocupam com a educação dos próprios filhos. Já no primeiro parágrafo, o golpe aparece:
As reclamações se multiplicam pelo país e resultam muitas vezes na substituição de livros, dividindo a comunidade escolar. No centro do debate, a linha tênue entre o direito da família de acompanhar de perto a educação dos filhos e a ingerência preconceituosa no processo coletivo de aprendizagem.
Perceba que aí já surge o primeiro ataque. Chamam de “preconceito” o fato de os pais não quererem que seus filhos em idade primária tenham aulas sobre sexo e gênero, mas o fato de haver quem queira ensinar essas coisas para crianças abaixo dos 10 anos de idade não parece lhes incomodar em nada.
Em seguida a matéria cita o caso do Colégio Ypê, uma escola que por sinal é da rede privada – e portanto o governo sequer deveria ter qualquer ingerência. Para os “jornalistas”, o fato de os pais tentarem interferir em algo assim, mesmo em uma escola privada, é errado. No entanto, sem querer, eles deixaram escapar que nem mesmo o diretor da instituição se incomodou com a ingerência da família. Veja:
Gilberto Fernandes Costa, um dos diretores do Colégio Ipê, diz que a saída foi possível por se tratar de um material de suporte às aulas de literatura, o que permite que os professores trabalhem livros diferentes dentro de uma mesma classe. Sobre a ingerência dos pais, Costa prefere não polemizar: “Se é possível trocar sem prejuízos pedagógicos, a gente troca. As famílias têm todo o direito de questionar e cabe à escola mostrar aos pais as razões da abordagem dos assuntos.”
O que seria mais polêmico do que o diretor ficar do lado dos pais e contra a imprensa? Pareceu suficientemente polêmica a resposta dele.
O restante da matéria basicamente consiste em fazer os pais parecerem monstros. Tanto é verdade que somente uma pessoa contrária a ideologia de gênero foi entrevistada, enquanto as outras cinco pessoas citadas na matéria são defensoras da pauta que a extrema-esquerda aprova.
Além disso, o cinismo, que é citar trechos realmente banais ou inofensivos dos livros criticados pelos pais, como se alguém fosse mesmo acreditar que tais banalidades gerariam tamanho incômodo. Mencionar, por exemplo, os textos que incentivam ao incesto entre pai e filha, que são distribuídos aos alunos do Instituto Federal de Santa Catarina, talvez fizesse parecer que os pais têm alguma razão, o que não é do interesse da imprensa.
No final, o verdadeiro objetivo se revela:
Somente no fim do texto este parágrafo surge, mostrando a verdadeira intenção inicial: atacar o conservadorismo, a religião e de quebra usar o apelo a uma suposta autoridade dos professores para desmerecer a preocupação legítima dos pais.

Fonte: Jornal Livre.com

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