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RIO GRANDE DO NORTE

sexta-feira, 24 de março de 2017

PROCURADOR ADJUNTO E PROMOTOR SÃO BALEADOS DENTRO DO MP.

O procurador-geral adjunto do Rio Grande do Norte Jovino Pereira Sobrinho e o promotor de Justiça Wendell Beetoven Ribeiro Agra foram baleados na manhã desta sexta-feira (24) dentro da sede do Ministério Público do Estado. Ambos foram socorridos. Ninguém foi preso.
De acordo com a Polícia Militar, o atirador é o servidor Guilherme Wanderley Lopes da Silva, de 44 anos, que invadiu uma reunião no segundo andar do prédio e efetuou os disparos. Nas imagens divulgadas pelo próprio MP, o servidor aparece fugindo do prédio.
O fato aconteceu por volta das 11h30. Logo em seguida, o suspeito fugiu em um automóvel Polo de cor prata. A sede do Ministério Público fica no bairro de Candelária, Zona Sul de Natal.
Nem o Ministério Público nem a Polícia Militar sabem explicar o que teria motivado o atentado. Mas já existe uma versão corrente.
Segundo o MP, o procurador adjunto, que foi atingido duas vezes no abdômen, foi levado para o Pronto-Socorro Clóvis Sarinho. Ele já deu entrada no Centro Cirúrgico. Já o promotor Wendell Beetoven, que foi baleado nas costas, recebeu os primeiros atendimentos ainda no local, mas também já foi levado para o hospital.
Na fuga, o suspeito também efetuou disparos no estacionamento. Pelo menos cinco tiros foram ouvidos, mas não houve novos feridos.
A PM fez buscas pela região, mas não encontrou o servidor.
O promotor Wendell Beetoven, que durante muitos anos atuou na Promotoria de Investigação Criminal e Combate ao Controle Externo da Atividade Policial, atualmente estava lotado no Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
Motivação
O procurador-geral de Justiça, Rinaldo Reis, era o alvo original na ação do servidor identificado como Guilherme, no fim da manhã desta sexta-feira.
Conforme apurou a reportagem, o servidor procurou por Rinaldo, mas lhe foi comunicado que o chefe do MPRN não se encontrava.
Nesse momento, ele disparou contra Jovino Pereira, procurador-geral adjunto e o promotor Wendell Bethevon. Ambos auxiliam o PGJ na administração do MPRN.
A motivação do atentado seria um procedimento administrativo disciplinar a que o servidor responde.

Fonte: G1/Portal No Ar/Carlos Santos

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