Ela precisou permanecer 23 dias na UTI e ficou mais de 12 dias sem conseguir se alimentar. Após uma cirurgia de emergência, Yuli sobreviveu, mas despertou com paralisia facial. Durante o período crítico, os médicos tiveram dificuldade para controlar as dores intensas e os frequentes colapsos físicos.
Meses depois, veio o diagnóstico definitivo de lúpus eritematoso sistêmico. A doença autoimune crônica era a verdadeira causa do comprometimento dos órgãos e do sistema nervoso.
“Os médicos não conseguiam identificar a causa exata”, relembrou Yuli ao falar sobre o período de incerteza.
Atualmente, ela segue em tratamento e usa suas redes sociais para conscientizar o público sobre a importância do diagnóstico precoce e os impactos das doenças autoimunes.
Fonte: Rádio Timbaúba FM
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