Segundo as investigações, iniciadas após comunicação da Polícia Científica do Rio Grande do Norte, a servidora teria inserido dados falsos no sistema oficial e vinculado suas próprias impressões digitais a identidades inexistentes. Os documentos poderiam ter sido usados para abertura de contas, criação de empresas de fachada e compra de veículos.
Foram cumpridos mandados de busca nos endereços da investigada, com apreensão de notebook e celular. A Justiça determinou o afastamento da servidora e proibiu o acesso aos sistemas institucionais. A polícia segue investigando possíveis envolvidos e reforça que denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo 181.
Fonte: Tribuna do Norte
Foto: Divulgação/PCRN
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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.