Um dos casos mais revoltantes e sombrios dos últimos tempos chocou os moradores do Morro do Urubu, em Piedade, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
O fim trágico da pequena Evelyn
A vítima era Evelyn Dayana, uma criança com deficiência que não andava e não falava. O pesadelo só foi descoberto porque os vizinhos estranharam o sumiço prolongado da menina da rua. Preocupados e desconfiados, eles decidiram arrombar a porta da casa. O que encontraram destruiu o coração da comunidade: o corpo da criança já estava em avançado estado de decomposição, escondido e enrolado em um lençol em cima da cama.
Frieza assustadora e dissimulação
A mãe, Maria Raíça da Silva Maximiano, de 25 anos, não estava chorando ou desesperada. Ela foi localizada na casa de uma vizinha, aparentemente muito tranquila.
Para disfarçar o forte odor e tentar encobrir o crime, ela mantinha um ventilador ligado constantemente no quarto.
O detalhe mais chocante é que a mulher teria mantido a filha sem vida na mesma casa em que estavam os dois irmãos menores (um bebê de 8 meses e um menino de 5 anos).
Conselho Tutelar barrado e quase linchamento
A indignação tomou conta dos populares, e Maria Raíça quase foi linchada pelos moradores revoltados antes da Polícia Militar conseguir prendê-la. Infelizmente, a tragédia deu sinais anteriores: o Conselho Tutelar já havia tentado visitar a residência, mas a mulher barrou a entrada dos técnicos, exigindo uma ordem judicial.
A motivação e a Justiça
A principal linha de investigação da polícia é de embrulhar o estômago: a morte foi ocultada para que o dinheiro do Bolsa Família da criança continuasse caindo na conta. A Justiça do Rio de Janeiro já agiu e converteu a prisão em flagrante para preventiva, garantindo que essa mãe permaneça atrás das grades por tempo indeterminado durante o processo.
Fonte: Portal Bom Jardim
Nenhum comentário:
Postar um comentário
COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.