Segundo o parlamentar, as mulheres, conhecidas como irmã Corrinha e Maria de Jesus, foram barradas mesmo diante da previsão legal existente no próprio regimento interno da Casa.
De acordo com o documento, a chamada “Tribuna Livre” garante espaço para que cidadãos possam se manifestar durante as sessões, desde que atendam aos requisitos estabelecidos, como inscrição prévia e comprovação de vínculo com o município.
O texto do regimento aponta que os munícipes podem utilizar até 15 minutos para tratar de assuntos de interesse público, além de tempo adicional para responder questionamentos dos vereadores. Para o vereador, o impedimento levanta questionamentos sobre o cumprimento das normas internas da Câmara e o respeito à participação popular no Legislativo municipal.
Até o momento, não houve posicionamento oficial da Câmara Municipal sobre o ocorrido.
O episódio reacende uma discussão antiga: até que ponto a população tem, de fato, voz dentro da chamada “Casa do Povo”? Quando portas se fecham para quem deveria ser ouvido, o que se cala não é apenas um discurso, é o próprio sentido da representatividade.
Fonte: Blog Raul Figueiredo
NOTA DO RN POLÍTICA EM DIA:
Amanhã, haveremos de nos pronunciar sobre este tema. Aguardem.
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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.