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RIO GRANDE DO NORTE

sexta-feira, 21 de abril de 2017

TERRORISTA MATA 1 POLICIAL NA FRANÇA. QUANTOS MORREM NO BRASIL, ESPECIFICAMENTE NO RN E NÃO TEM TANTA DIVULGAÇÃO ASSIM.

É no mínimo cômico, ase não fosse trágico, a valor que se dar a morte de 1 policial na França, ocorrida ontem, enquanto que aqui no Brasil mata-se policiais quase que diariamente e o enfoque é muito pequeno ou quase nenhum, perto da amplitude que se credita a morte do soldado francês.
Mas foi na principal avenida de Paris? Verdade, a Champs-Élysées é um dos cartões postais do país da Torre Eiffel. Mas o que importa é a vida humana ou onde o homicídio ocorreu?
Também é verdade, que a arma utilizada para assassinar o policial, foi uma arma de guerra. "Uma arma automática, uma arma de guerra", disse o Porta-Voz do Ministério do Interior francês, Pirre-Henry Brandet. É verídica a afirmação, segundo jornais online e televisivos, mas...
Quais as armas que a bandidagem usa aqui no Brasil? E no Rio Grande do Norte, como são assassinados os policiais?
Seguindo dados de 22 de março do ano em curso:
Em 5 anos, morreram 65 policiais no RN. Deste número, 32 por ter reagido a uma ação violenta, mesmo estando fora de serviço. Vinte e oito estavam trabalhando como seguranças, para complementar o mísero salário que recebem. E 5 PM's foram assassinados em pleno exercício da função.
Segundo informações do site Roberta Trindade, até o começo de abril de 2017, 118 policiais tinham sido baleados em todo o Brasil. Dos quais, 55 não resistiram e vieram a óbito.
E qual a repercussão e/ou qual o tamanho da repercussão que foi dada, comparada a cobertura ao vivo e o escambau quadrado que as emissoras de televisão concedem a morte de um policial francês?
Qual a diferença entre o ataque sofrido pelo militar, em Paris e o policial militar potiguar, Daniel Oliveira Pessoa, atingido covardemente por 3 tiros, no shopping da Zona Norte de Natal, em janeiro último?
E o sargento Jackson Sidney Botelho Matos, que foi assassinado em fevereiro, em Ceará-Mirim?
E o cabo PM, José Borges Neto, que foi morto na frente da esposa e da filha, em Parelhas, em março deste ano?
Lembremos também do sargento José Cabral do nascimento Júnior, que foi assassinado dia 06 de abril último, em São Gonçalo do Amarante. 
Foi dada a mesma importância? Ou a vida de policiais franceses são mais importantes?
Que este governo que aí está, tenha respeito maior por estes episódios.
Hoje, tem-se no RN uma secretária de segurança que tem vontade. coragem e capacidade para fazer valer a autoridade. Tomara que a inoperância do governo estadual, tenha um lapso de bom senso e conceda a estrutura necessária para que Sheila Freitas exerce com dignidade, como sempre o fez, o cargo que agora lhe outorgaram. Repito: capacidade tem de sobra. E amor ao que faz, também.
Criou-se tanto na própria polícia, como na população, uma nova esperança. Povo este, persistente, sempre. Mesmo diante da gestão catastrófica que atravessa nos dias atuais.
Com a nomeação da nova titular da pasta, se derem condições, a coisa ganhará um caminho hoje inimaginável. O RN conhecerá mais profundamente, o trabalho sempre duro e contínuo. É a luz no fim do túnel. Contudo, se continuar a mesmice por parte do governo, não há como se fazer absolutamente nada. 
Observemos o que disse a delegada Sheila, na primeira entrevista coletiva:
"Eu sou delegada da Polícia Civil, mas hoje estou secretária da Segurança. Eu aceitei esse desafio para trabalhar para o povo da minha terra. A mesma dedicação que eu tive enquanto delegada, terei aqui na SESED, com ainda mais motivação pelas responsabilidades que eu sei que o cargo tem”.

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