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RIO GRANDE DO NORTE

domingo, 23 de abril de 2017

POLÍTICOS DO RN QUE DEVERÃO SE LIVRAR DA LISTA DE INVESTIGADOS.

Caso a justiça acate a proposta do procurador geral da República, Rodrigo Janot, de suspender ação contra políticos acusados de recebimento de caixa 2 em doações de campanhas, como fica a lista de citados no cenário político do Rio Grande do Norte?
Vale lembrar que poderão sair da ‘baleia azul’ quem provar que não deu contrapartida pelo recebimento, nem tem ficha suja e nem é investigado ou personagem de algum processo criminal.
Vamos à lista dos potiguares:
Governador Robinson Faria (PSD) – os próprios delatores que o citaram comprovaram que não houve contrapartida, portanto, a doação não surge como em troca de algum benefício a empresa doadora.
O governador não tem ficha suja, não responde a processo criminal.
Prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PP) – citada na mesma delação, era candidata ao governo e Robinson era seu vice, está na mesma situação.
O próprio delator relata que foi ignorado pela governadora eleita.
Deputado Fábio Faria (PSD) – Citado pelos mesmos delatores, se inclui nos mesmos processos de Robinson e Rosalba. Não responde a processo criminal.
Senador Garibaldi Filho (PMDB) – Citado como tendo recebido doação não contabilizada.
Se comprovar que não atuou no Senado para beneficiar a empresa doadora, poderá se livrar da investigação, se não responde a nenhum processo criminal.
Senador José Agripino Maia (DEM) – Mesma situação de Garibaldi, portanto com a diferença de estar envolvido em outro processo da Procuradoria Geral de Justiça.
Sem julgamento, não é ficha suja.
Deputado Felipe Maia (DEM) – Na lista de recebedor de doação por caixa 2, não é apontado como tendo beneficiado a empresa com contrapartidas e não é ficha suja.
Henrique Alves (PMDB) – O ex-deputado é investigado em outros processos e em um deles já é réu.
Não vai se livrar da lista de Fachin.
E nas delações da Odebrecht, onde aparecem os outros potiguares, o ex-presidente da Câmara e ex-ministro aparece não apenas como acusado de receber doação de campanha, mas de ter participado de negociações para pagamento de propina a partir de percentuais por obras contratadas pelas empresas pagadoras.
O processo de Henrique nesse caso é mais complexo.

Fonte: Thaísa Galvão

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