A medida foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, o ministro Mauro Campbell Marques, com o objetivo de preservar a credibilidade do Judiciário enquanto as apurações continuam.
Segundo a investigação conduzida pela Corregedoria Nacional de Justiça, análises realizadas após a quebra de sigilos bancário e fiscal indicaram movimentações financeiras consideradas incompatíveis com os rendimentos declarados pelo magistrado.
Os dados apontam que, nos últimos cinco anos, o desembargador teria movimentado mais de R$ 14,6 milhões em bens e valores. Também foi identificada uma evolução patrimonial considerada atípica em comparação com os rendimentos informados oficialmente.
Fonte: BNews
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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.