A decisão ocorreu após análise de recurso apresentado por 14 deputados e senadores da base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No pedido, os parlamentares solicitavam a suspensão imediata dos efeitos da votação, alegando irregularidades na condução da sessão pelo presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG). Viana negou qualquer manobra.
As quebras de sigilo foram aprovadas na quinta-feira (26), em sessão marcada por tumulto. Os requerimentos partiram do relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), e foram votados de forma simbólica, sem registro nominal.
No recurso, os parlamentares sustentaram que houve distorção na contagem dos votos. Segundo o grupo, senadores e deputados contrários aos requerimentos teriam se manifestado fisicamente de forma visível, apontando, segundo eles, um placar de 14 votos a 7 contra as medidas. Ainda assim, o resultado proclamado confirmou a aprovação das quebras.
O documento também questionou a condução dos trabalhos, alegando parcialidade e seleção arbitrária de requerimentos na pauta.
Lulinha passou a ser alvo da CPMI após investigados por supostos desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mencionarem um possível vínculo dele com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.
Fonte: Metrópoles/Uirapuru
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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.