De acordo com testemunhas, no dia de uma das agressões, a Polícia Militar foi acionada através do 190. No entanto, a equipe não compareceu de imediato, sendo a ocorrência direcionada para a Guarda Municipal, que, segundo o denunciante, levou cerca de 3 horas para chegar ao local.
Ainda segundo o relato, ao chegar, os agentes informaram que não poderiam tomar providências, já que a situação não estava mais em flagrante, orientando que o caso fosse encaminhado ao Conselho Tutelar.
Moradores afirmam que as agressões não seriam isoladas e cobram providências urgentes das autoridades. Há também denúncias de que a escola onde a criança estuda já teria conhecimento da situação, mas não teria tomado as medidas necessárias.
O caso segue gerando indignação e levanta questionamentos sobre a atuação dos órgãos responsáveis na proteção da criança.
Fonte: Braga Notícias
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