Em entrevista exclusiva à coluna, ela descreveu uma sequência de agressões verbais, intimidação e momentos de tensão
Em entrevista exclusiva à coluna, ela descreveu uma sequência de agressões verbais, intimidação e momentos de tensão dentro e fora do carro onde estava com o parlamentar.
“Ele já estava embriagado. Eu percebi isso. Dentro do carro, começou a me xingar de ‘puta’, ‘vagabunda’, ‘prostituta’. Ficou totalmente alterado”, relatou.
Segundo Lívia, o desentendimento começou após a negociação do valor do programa. A situação, no entanto, saiu rapidamente do controle.
“Eu pedi para ele sair do meu carro. Ele falou que não ia sair, perguntou quem eu achava que era. Eu disse: ‘Eu sou a proprietária do carro, você vai sair sim’. Mas ele não saía e continuava me ofendendo.”
Com medo da escalada da violência, ela decidiu deixar o veículo e pedir ajuda. “Eu achei que ele fosse me agredir. Ele estava desequilibrado, cuspindo no meu carro, me xingando a todo momento. Fiquei com medo de verdade”, disse.
Lívia então procurou seguranças do local e tentou acionar pessoas próximas ao deputado. “Eu fui chamar a assessora e falei que ia virar caso de polícia. Ele não queria sair do meu carro e estava agressivo’.”
Segundo ela, a situação piorou com a chegada da assessora. “Ela veio para cima de mim me xingando também. Falou para eu ‘pegar minha buceta e ir embora’, usou palavras de baixo nível. Foi tudo muito humilhante.”
A acompanhante afirma que, em meio às ofensas, houve incentivo para agressão. “Teve um momento em que ele disse que não podia me bater, mas que ela poderia. ‘De mulher para mulher’, foi isso que ele falou.”
Fonte: Mirelle Pinheiro/Metrópoles
Foto: Metrópoles
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