De acordo com a denúncia, feita na última semana, os crimes atribuídos ao professor incluem estvpro, estupro de vulnerável, vi0lência psicológica e cárcere privado. Os supostos abvsos teriam ocorrido ao longo de mais de uma década, entre 2013 e 2025, segundo as investigações.
Em dezembro de 2025, Paulino havia sido indiciado pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS). Segundo a corporação, a apuração durou cerca de três meses e reuniu depoimentos de 18 vítimas e 16 testemunhas, além de perícias, exames e provas documentais.
Em nota ao Metrópoles, a defesa do advogado informa que “vê com extrema preocupação a decretação da prisão preventiva, baseada em suposições, descontextualizações e erros de ordem fática”.
“A medida foi determinada após requerimento formulado pela autoridade policial há três meses, o qual se ampara em fundamentos já anteriormente rechaçados pelas autoridades judiciárias que acompanham o caso, quando da análise de outros três pedidos de segregação”, diz um trecho do documento enviado à reportagem.
A PCRS não divulgou detalhes da investigação, pois os crimes são de natureza s3xual. No entanto, a investigação inclui relatos semelhantes, e as possíveis vítimas também serão submetidas a perícia psicológica.
Conrado foi demitido da Fundação Escola Superior do Ministério Público (FMP), onde dava aulas na graduação e no mestrado em Direito, além de coordenar a pós-graduação em Direito de Família e Sucessões.
Ele também já presidiu a seção gaúcha do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM-RS).
A FMP informou que o desligamento ocorreu em caráter administrativo, “sem juízo antecipado sobre responsabilidades relacionadas a fatos externos à instituição”.
A OAB/RS anunciou a abertura de um processo ético-disciplinar contra o professor no Tribunal de Ética e Disciplina da entidade.
Fonte: Metrópoles
Foto: Marcel Horowitz/Especial/Correio do Povo
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