A Polícia Federal também deflagrou, nesta quinta-feira, uma operação que tem o desembargador como alvo
A decisão é assinada pelo corregedor nacional de Justiça, Mauro Campbell Marques, e tem caráter cautelar. Láuar ganhou repercussão nacional, na última semana, após absolver um homem de 35 anos acusado de estupro de vulnerável contra uma menina de 12, em Indianópolis (MG). Nesta quarta-feira, o magistrado voltou atrás e retomou a condenação após acolher um recurso apresentado pelo Ministério Público do estado, embora tenha argumentado anteriormente que existia "vínculo afetivo consensual" entre o réu e a vítima.
Segundo o CNJ, uma investigação preliminar foi instaurada para apurar indícios de teratologia em decisão proferida pelo magistrado, que teria gerado "forte consternação e indignação popular".
No curso das apurações, ainda de acordo com o órgão, surgiram desdobramentos que apontam para a suposta prática de delitos contra a dignidade sexual atribuídos ao desembargador, quando ele ainda atuava como juiz de direito nas comarcas de Ouro Preto e Betim.
A Polícia Federal (PF) também deflagrou, nesta quinta-feira, uma operação que tem o desembargador como alvo.
Acusações de abuso sexual contra o desembargador
Láuar é investigado pelo CNJ após ser alvo de acusações de abuso. Nesta terça-feira, duas vítimas foram ouvidas por representantes do órgão no interior do estado. Um dos relatos é do servidor público Saulo Láuar, de 42 anos, primo em segundo grau do magistrado.
Fonte: Mariana Muniz/O Globo
Foto: Reprodução Redes Sociais
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