Ontem, o IPEM, por meio do telefone (84) 981479433, o mesmo que havíamos contactado, nos respondeu, pedindo que redigisse nosso interesse conforme áudio enviado na sexta-feira anterior.
De pronto, nos foi sugerido que entrasse em contato com Ana Paula, que é integrante da comunicação daquele órgão. Para, de imediato, também propor que entrássemos em contato também com o jurídico...
Ao contactar com Ana Paula, pelo número nos informado, logo em seguida, após nos atender com esmero e prontificando-se a nos ajudar, Ana Paula afirmou que entraria em contato com a ouvidoria e com o jurídico, para então dar-nos um posicionamento.
56 minutos depois, a funcionária da comunicação, solicita que encaminhemos e-mail ao setor jurídico da instituição IPEM/RN, que estes haveriam de responder nosso questionamento.
O e-mail ainda não foi encaminhado, por entendermos que não se faz necessário requerer ao setor jurídico, uma informação que é pública, que é de interesse coletivo, de todos os potiguares.
Afinal, quais são os postos que foram tidos como irregulares, no estado do Rio Grande do Norte? Eis a questão...
Entramos em contato com o nosso advogado para saber a "crucial" obrigatoriedade de protelar uma solicitação ao jurídico do IPEM RN para ter direito ao acesso do rol de postos que foram autuados por irregularidades.
Após, estamos encaminhando nossa indignação supracitada, para o Ministério Público do Rio \Grande do Norte, assim como para sua ouvidoria e para o PROCON, para que nos oriente em como procede, diante da, ao nosso ver, estranha dificuldade em fornecer tais informações.
Somente após, poderemos entrar em contato com o setor jurídico do IPEM/RN, acaso necessário seja.

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