Na política já se viu de tudo. De tudo, mesmo.
Entretanto, diante da bateria de ameaças feitas deste o início do seu governo, nunca imaginei ver o presidente Jair Messias Bolsonaro, com tamanha cara de pau, como vimos ontem, ao anunciar que "nunca teve a intenção de agredir poderes".
Para completar o circo que o palhaço/presidente armou desde os primeiros dias de gestão (não há gestão alguma), falta somente dizer que nunca agrediu ninguém. Que nunca desfez de homossexuais e outros segmentos.
Ver desvio de recursos; traições de diversos tipos; dinheiro em cueca; em pasta; em contas na suiça e outros paraísos fiscais, já vimos. Mas a falta do mínimo de bom senso do qual é deficiente o presidente da República, é algo nunca observado antes.
Deixar aliados; fãs; seguidores; admiradores e babões no meio do caminho, isso vimos constantemente. E a última "vítima" é o canalha do tal caminhoneiro Marcos Antônio Pereira Gomes, "Zé Trovão", que não passa de um "relampagozinho", uma "faísquinha de nada", que acredita ser alguma autoridade ou ter o poder de dizer o que quer e ficar por isso mesmo.
Agora, sem o aparado que imaginava ter, humilha-se para que o chefe da nação não o deixe só. Humilha-se, pedindo ao "povo brasileiro" que siga-o.
Mas, quem é mesmo o tal Zé Trovão? Um simples idiota que seguiu o caminho e ficou sozinho na vereda.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.