O caso foi levado à Justiça, que reconheceu a ocorrência de negligência médica e condenou os responsáveis ao pagamento de indenização por danos morais.
Conforme o processo, o paciente foi encaminhado na rede pública de Sertãozinho (SP) para a cirurgia em junho de 2019. O procedimento, porém, só foi realizado em novembro de 2020. Segundo a ação, após a operação ele constatou que havia sido submetido a uma vasectomia, cirurgia completamente diferente daquela que estava prevista para seu tratamento.
Na ação judicial, o homem afirmou que a cirurgia de fimose tinha finalidade relacionada a questões de higiene e religiosas. Relatou ainda que, após o procedimento realizado por engano, enfrentou intenso sofrimento emocional, o medo de nunca mais poder ter filhos e precisou seguir cuidados médicos que não seriam necessários caso a cirurgia correta tivesse sido realizada.
Fonte: diariodejustica.com.br/Djaini de Souza
Foto: Canva
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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.