A jovem Aghda Gleicy, de 24 anos, morreu após enfrentar graves complicações pulmonares que, segundo familiares, estariam associadas ao uso frequente de cigarro eletrônico. Ela estava internada há vários dias, mas seu estado de saúde se agravou e evoluiu para o óbito.
O caso volta a chamar a atenção para os riscos do uso dos cigarros eletrônicos. Embora muitas pessoas os considerem uma alternativa ao cigarro convencional, especialistas alertam que esses dispositivos podem causar lesões pulmonares graves, insuficiência respiratória e outras complicações que podem colocar a vida em risco.
No Brasil, a comercialização, importação e propaganda de cigarros eletrônicos continuam proibidas pela Anvisa.
As causas da morte relatadas nesta publicação têm como base as informações divulgadas pelos familiares. A relação entre o uso do cigarro eletrônico e o óbito deve ser confirmada por investigação e avaliação médica oficial.
Fonte: BJN
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