O caso ocorreu na quinta-feira, 11 de junho, e chamou a atenção dos investigadores por uma sequência de circunstâncias consideradas incomuns, entre elas a suspeita envolvendo uma taça de vinho que teria sido trocada durante o encontro.
O policial foi ao imóvel da ex-companheira depois de deixar o serviço. A mulher, uma advogada de 48 anos, tinha uma medida protetiva em vigor contra ele.
Durante a madrugada e parte da manhã, os dois teriam permanecido no apartamento consumindo bebidas alcoólicas e energético. Em determinado momento, segundo os elementos apurados pela investigação, a mulher desconfiou que sua taça poderia ter sido trocada e decidiu substituí-la novamente.
Horas depois, José Maria começou a apresentar sinais de mal-estar. Relatos colhidos pelos investigadores indicam que o cabo estava com os lábios arroxeados e espuma na boca antes de morrer.
A Polícia Militar foi acionada e equipes foram até o apartamento, onde confirmaram o óbito. As taças usadas pelo casal e amostras das bebidas consumidas no local foram recolhidas para análise pericial.
A ex-companheira do policial foi encaminhada para prestar depoimento. Após ser ouvida pelos investigadores, ela acabou liberada.
Fonte: Pragmatismo Político
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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.