O resgate foi realizado por agentes da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), após uma denúncia formalizada pelo Conselho Tutelar da Região Central. De acordo com as investigações, o ciclo de violência e abuso perdurava há cerca de dois anos, ou seja, desde que ele tinha 13 anos.
Em depoimento às autoridades, o jovem detalhou uma rotina de horrores. Segundo a vítima, os abusos eram constantes, ocorrendo, segundo ele, pelo menos três vezes ao dia. O adolescente descreveu atos de abuso oral e anal, relatando que a suspeita exercia um controle absoluto sobre sua vida.
Além da violência sexual, o adolescente vivia em um estado de submissão forçada. Ele relatou aos policiais que era impedido pela mulher de manter qualquer contato com sua mãe biológica e não tinha permissão para possuir amigos ou frequentar espaços de convivência social. Esse isolamento era parte da estratégia da acusada para manter os crimes ocultos.
A mulher foi autuada em flagrante pelo crime de estupro. Até o momento, o nome da criminosa não foi divulgado pelas autoridades policiais para preservar a identidade da vítima, em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que busca apurar se houve a participação de outras pessoas ou se existem outras vítimas sob o domínio da mulher.
Fonte: MS Publicidade.tx
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