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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

CAMARONÊS SE SUJA COM FEZES E EVITA REPATRIAÇÃO NO AEROPORTO DE SÃO LUIZ.


Mannoel Colince fez embarque clandestino e foi descoberto pela tripulação.
Entregue a polícia no MA, ele permanecerá por mais 30 dias no Brasil.


Um homem identificado como Mannoel Colince, natural de Duala, no Camarões, se sujou de fezes e conseguiu evitar repatriação ao país de origem na tarde desta sexta-feira (6), no Aeroporto Marechal Cunha Machado, em São Luís, segundo informações da Delegacia Marítima da Polícia Federal (PF).
Ao G1, o delegado Sandro Jansen contou que o camaronês embarcou clandestinamente em um navio de bandeira malta da empresa "Brazil P&I" no dia 14 de janeiro, mas acabou descoberto pela tripulação e entregue à polícia logo que embarcação chegou ao Porto do Itaqui, na capital maranhense.
Jansen explicou que a PF abriu um processo de repatriação e que, como o embarque clandestino é resultado de uma falha na segurança da embarcação, a responsabilidade pelo estadia do homem no Brasil é toda da companhia. "Um navio é uma porta de entrada para qualquer país. Como foi uma falha de segurança que possibilitou o embarque clandestino, quem fica responsável pela por ele é a empresa", disse.
Concluído o processo de repatriação, Colince seria mandado de volta para Camarões nesta sexta-feira. Como ele havia participado de todo o processo normalmente e concordado em voltar ao país africano de forma espontânea, ele recebeu um documento de viagem provisório, o "lasset passet", e foi levado ao aeroporto por seguranças da empresa.
Pouco antes do embarque, o camaronês mudou de ideia e decidiu que não embarcaria. Para evitar que os seguranças se aproximassem, defecou e se sujou com os excrementos. Agora, de acordo com a PF, ele permanecerá no Brasil por mais 30 dias, sob responsabilidade da empresa responsável pelo navio, até que um novo processo de repatriação seja concluído. "Agora, após finalização do novo processo, ele será escoltado por policiais federais", disse Jansen.
O G1 entrou em contato com a filial da Brazil P&I em Recife (PE) e foi informado que somente representantes da matriz da empresa no país, que fica em Santos (SP), poderiam falar sobre assunto. Na cidade paulista, ninguém atendeu as ligações.

Fonte: Clarissa Carramilo/http://g1.globo.com/

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