As acusações de tráfico, apropriação indébita e tentativa de dano patrimonial contra Spagnesi foram retiradas. Ele responderá apenas por manter relações sexuais sem informar aos parceiros que era soropositivo. A defesa alega que o uso de medicamentos antirretrovirais impedia a transmissão do vírus, mas a omissão da condição configura crime.
Em razão do ocorrido, a Diocese de Prato, na Toscana, afastou o religioso de suas funções. Spagnesi, que abandonou o curso de medicina aos 26 anos para seguir a carreira religiosa, declarou ao jornal Corriere Della Sera ter caído no vício e na perdição.
Fonte: Tese Jurídica
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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.