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sábado, 31 de julho de 2021

PETROBRÁS TEM R$ 3 BI PARA IMPLEMENTAÇÃO DO "VALE-GÁS", AFIRMA BOLSONARO

Segundo presidente, benefício vem sendo estudado e equivaleria a um botijão de graça.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta 6ª feira (30.jul) que a Petrobras dispõe de cerca de R$ 3 bilhões para a implementação de um "vale-gás", que ainda está em fase de estudos. A declaração foi feita em entrevista ao Programa do Ratinho, do SBT.

"O novo presidente da Petrobras, que é o Silva e Luna, está com uma reserva de aproximadamente R$ 3 bilhões para atender esses mais necessitados. Seria um vale-gás, seria um equivalente, da forma como está sendo estudado até agora, a um bujão de graça a cada dois meses", afirmou Bolsonaro.

Na sequência, na entrevista, o chefe do Executivo federal falou sobre a segunda fase da reforma tributária, que está em tramitação na Câmara dos Deputados. Segundo ele, "teve realmente excesso na proposta enviada, que o Paulo Guedes enviou para lá". "Já conversei com o relator [deputado Celso Sabino]. Está sendo acertado aí a questão dos exageros. Queremos é diminuir a tabela do Imposto de Renda, de 27,5% passar para 25%, dar uma mexida lá, e realmente é por aí que a gente pretende partir essa reforma tributária. E simplificação de impostos também. Já deixei bem claro: não pode haver qualquer aumento da carga tributaria", completou.

Ainda de acordo com Bolsonaro, a ideia é também reduzir os impostos para a classe empresária, porque "quando o empresário paga menos imposto, sobra mais recurso para ele investir, ele pode contratar mais gente, ele pode expandir o seu negócio. Todos ganham dessa forma".

Pandemia

Outro assunto abordado pelo presidente na entrevista foi a pandemia. Como em outras ocasiões, ele destacou a importância do auxílio emergencial e do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) para ajudar os trabalhadores informais e formais, respectivamente, criticou medidas restritivas adotas por governadores e prefeitos para conter o avanço do novo coronavírus: "Parte da população queria o lockdown, queria o fechamento, queria se proteger. Como se o lockdown, você ficar em casa por um mês, o vírus ia embora. E eu sempre falei: temos dois problemas pela frente: o vírus e o desemprego. Devemos tratá-los de forma responsável e simultânea".

Além disso, sugeriu que as restrições contribuiram para acelerar a inflação, voltou a se defender das acusações de que o governo teria demorado para adquirir vacinas e disse que "se as vacinas realmente forem efetivas para todas as cepas[do coronavírus], mais dois meses no máximo nós estamos na normalidade". Segundo Bolsonaro, o motivo não ter qualquer imunizante ainda -- e de optar por ser o último a receber -- é dar a oportunidade para pessoas "apavadoras" com a pandemia.

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Fonte: Guilherme Resck/SBT

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil


 

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