Batizada de Akuanduba, a operação liderada por Perazzoni apura se o ministro atuou em favor de madeireiros que exportaram matéria-prima de maneira ilegal. O delegado, apesar da decisão, continua à frente da investigação envolvendo Salles.
A remoção do delegado da função de chefia foi vista por grande parte de seus pares como uma represália pela investigação contra Salles.
Segundo fontes da PF, a decisão de tirar Perazzoni da função de chefia foi da própria Superintência do DF e não da direção-geral do órgão.
Essa não é a primeira mudança na PF ligada a ações contra o ministro do Meio Ambiente. Um dia após apresentar uma noticia-crime contra Salles no Supremo Tribunal Federal, o superintendente da PF no Amazonas, Alexandre Saraiva, foi afastado dessa função e removido para Volta Redonda (RJ).
Fonte: Bela Megale/o Globo
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência O Globo

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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.