Não é a primeira vez que as Torres Gêmeas, como são conhecidos os edifícios Píer Maurício de Nassau e Píer Duarte Coelho, em Recife, de onde o menino Miguel caiu do 9º andar após a escandalosa negligência da patroa de sua mãe, aparecem no noticiário nacional — e de alguma maneira com o mau uso do dinheiro público envolvido.
Em fevereiro de 2015, durante uma operação da PF contra uma quadrilha acusada de fraudar licitações e desviar dinheiro público da Hemobrás, diversos maços de dinheiro foram arremessados da janela do apartamento de um dos prédios.
No cruel episódio de ontem, a empregada, mãe de Miguel, tem o seu salário pago com dinheiro público — funcionária da prefeitura de Tamandaré, onde seu patrão dá expediente como prefeito.
Fonte: Lauro Jardim/O Globo
Foto: Reprodução/TV Globo


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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.