O caso gira em torno de Simary Rayane da Silva, de 27 anos, mãe de dois filhos: um menino de 7 anos e a pequena Sofia Rayane, uma bebê de apenas 10 meses. Tudo começou quando familiares e vizinhos passaram a perceber algo estranho.
A bebê, que costumava ser vista diariamente com a mãe, simplesmente desapareceu da rotina da família. Sempre que alguém perguntava por Sofia, Simary apresentava uma justificativa diferente. Para a própria mãe, ela dizia que a criança estava sob os cuidados da família do pai.
Em determinado momento, chegou até a utilizar outro número de telefone para enviar mensagens se passando por parentes da bebê, numa tentativa de reforçar a versão que contava à família. Mas a verdade era muito mais assustadora. Segundo as investigações, Sofia já estava morta havia semanas.
A desconfiança aumentou após o Dia das Mães, quando familiares perceberam que a bebê continuava desaparecida e decidiram procurar ajuda. A avó da criança acionou a Polícia Militar e relatou que a filha se recusava a informar onde Sofia estava. Pouco tempo depois, a situação tomou um rumo ainda mais grave quando a própria avó informou às autoridades que Simary havia confessado o crime.
No dia 22 de maio de 2024, policiais foram até a residência da mulher. Foi então que encontraram o corpo da bebê dentro de um freezer da casa. Segundo a Polícia Militar, Sofia permanecia no local havia cerca de 30 dias. Durante os depoimentos, Simary confessou ter provocado a morte da filha utilizando chumbinho, substância cuja comercialização é proibida no Brasil. Mas o que mais chamou a atenção dos investigadores veio depois.
De acordo com relatos divulgados na época, a mulher afirmou que teria se arrependido após o crime.
Por esse motivo, costumava retirar o corpo da bebê do congelador durante a noite, ninava e dormia ao lado dela, depois voltava a colocar no freezer antes de sair para trabalhar no dia seguinte.
Fonte: Notícias/Histórias
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