A execução à queima-roupa
A "cobrança" veio rápida e certeira. Câmeras de segurança registraram o exato momento em que João estava na frente de uma pousada quando dois homens se aproximaram de forma calculada. Um dos suspeitos empurra o criminoso e efetua diversos disparos à queima-roupa, enquanto o comparsa apenas dá cobertura. Os atiradores fugiram em seguida, e João morreu ali mesmo, jogado na calçada.
Um crime imperdoável no passado
Se a Justiça do Estado assinou a soltura, alguém decidiu não perdoar. João carregava nas costas um dos crimes mais nojentos e brutais da história da cidade. Em 2005, ele atraiu o pequeno Bruno Aparecido dos Santos, de apenas 9 anos, para uma obra. No local, o criminoso espancou, estuprou e matou a criança, enterrando o corpo logo depois. A frieza era tanta que ele só foi preso dez dias depois da morte de Bruno, justamente no momento em que tentava atacar outra criança!
Justiça feita?
A Polícia Civil assumiu o caso e agora corre contra o tempo para identificar os atiradores, investigando se a execução foi uma vingança direta pelo que João fez no passado. Nas redes sociais, a notícia dividiu opiniões: enquanto muitos internautas comemoram o fim trágico do criminoso afirmando que "foi tarde", outros alertam sobre o perigo de se aplaudir a "justiça com as próprias mãos".
Fonte: Notícias do Pebinha
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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.