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segunda-feira, 20 de julho de 2020

NENHUM BRASILEIRO FICARÁ PRA TRÁS, MAS NÃO E DE GRAÇA

Governo tem combatido efeitos da crise. Mas é preciso responsabilidade fiscal.

O governo adotou uma série de medidas para combater os efeitos da crise de saúde na economia, com destaque ao benefício emergencial ou “coronavoucher”, que está ajudando os mais vulneráveis no pagamento de despesas e manutenção de algum nível de consumo. A transferência emergencial evitou um tombo maior da demanda doméstica, variável que nos últimos anos teve desempenho importante no PIB. Com a medida, o ministro Paulo Guedes revelou seu lado keynesiano, e com competência o governo mostrou capacidade de reação à crise, independente da adoção de programas associados a obras públicas. A promessa de que nenhum brasileiro ficaria para trás está sendo cumprida.
O governo não se omitiu de suas responsabilidades sociais e humanas, o que não significa ter abandonado sua obrigação com a responsabilidade fiscal. O sucesso com o desempenho da economia no inicio da gestão atual garantiu a credibilidade necessária para que, hoje, a sociedade desfrute dos benefícios das menores taxas de inflação e de juros da história brasileira.
O beneficio emergencial foi, sem dúvidas, a principal e mais rápida ação para garantir renda às famílias. A manutenção dos empregos formais também foi importante, pois a principal fonte de renda das pessoas é proveniente do trabalho. Mas em virtude do incremento da informalidade no mercado de trabalho nos últimos anos, era fundamental socorrer as pessoas que de uma hora para outra ficaram sem qualquer fonte de recursos.
De acordo com os dados do Ministério da Cidadania, mais de 65 milhões de famílias estão assistidas pelo auxílio, que representou 93% dos rendimentos dessas famílias. O programa já repassou R$ 121 bilhões, e foi prorrogado por mais dois meses.
Diante da crise sem precedentes, o Estado não poderia se furtar de intervir ampliando os gastos sociais. No início da crise, muitos desconfiaram da adoção de iniciativas mais abrangentes para garantir o sustento e o consumo. Mas o ministro da Economia tem mostrado que é possível conciliar a face liberal com políticas econômicas intervencionistas quando necessário, com monitoramento dos gastos e responsabilidade para o endividamento público.
De acordo com dados da Secretaria do Tesouro, R$ 506 bilhões é o total de gastos estimados em julho com a crise do novo coronavírus, em que cerca de 47% ou R$ 237 bilhões já foram pagos. Do total previsto no orçamento, 50% são destinados às famílias nos benefícios emergenciais, e outros 10% às empresas, na manutenção dos empregos, como demonstrado na tabela.
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Fonte: Carlos Thadeu de Freitas Gomes/Poder 360
Foto: Sérgio Lima/Poder360

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