O Ministério da Saúde reconheceu hoje a falta de medicamentos em hospitais, como anestésicos e relaxantes musculares, para a intubação de pacientes diagnosticados com o novo coronavírus.
Em nota, a pasta informou afirmou ter realizado levantamento diário "para atender emergencialmente as necessidades de todas as localidades". Para comprar os medicamentos em falta, três medidas vêm sendo adotadas: requisição administrativa, pregão via Sistema de Registro de Preços e cotação para compra internacional via Opas Organização Pan-Americana da Saúde).
"O objetivo é normalizar o mais breve possível os estoques de anestésicos e relaxantes musculares nos hospitais", afirmou o ministério.
Confira a nota na íntegra:
O Ministério da Saúde informa que, devido ao desabastecimento de medicamentos utilizados na intubação de pacientes que tiveram complicações pela infecção do coronavírus, a pasta está apoiando estados e municípios, em ação conjunta e coordenada com os Conselhos Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
O objetivo é normalizar o mais breve possível os estoques de anestésicos e relaxantes musculares nos hospitais. Diante do panorama emergencial, o Ministério da Saúde tem realizado diariamente levantamento dos estados e municípios para atender emergencialmente as necessidades de todas as localidades. Para a aquisição dos medicamentos em falta, a pasta implementou três ações para mitigar o problema: requisição administrativa, pregão via Sistema de Registro de Preços e cotação para compra internacional via Opas.
Fonte: UOL


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