PL Mulher afirma que material não foi recebido nem exibido e atribui à imprensa erro de interpretação; deputada do Psol pede volta do ex-presidente à Papudinha
O episódio teve origem em um vídeo gravado durante a Conferência de Ação Política Conservadora (Cpac), em que Eduardo afirmou estar mostrando imagens ao ex-presidente. A declaração levantou suspeitas de possível descumprimento das medidas cautelares impostas no âmbito da execução penal.
No texto, assinado pela assessoria de comunicação do PL Mulher, Michelle afirmou que nenhum arquivo foi enviado por Eduardo e que, mesmo que houvesse envio, o conteúdo não seria mostrado ao ex-presidente por causa das restrições impostas pela Justiça. Segundo a nota, Bolsonaro segue sem acesso a celulares ou qualquer meio de comunicação externa.
A manifestação também diz que houve “interpretação equivocada” da fala de Eduardo durante evento nos Estados Unidos. “Desconhecemos o contexto e a motivação para a utilização dos termos exatos mencionados por ele”, informou o comunicado, acrescentando que não seria intenção do ex-deputado sugerir contato com o pai.
Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária por 90 dias concedida por Moraes para tratamento de broncopneumonia. Entre as condições estão a proibição de uso de celular, redes sociais e gravação de vídeos, inclusive por intermédio de terceiros. O descumprimento pode levar à revogação do benefício e ao retorno ao regime fechado.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) foi comunicada da decisão e deve acompanhar o caso após a manifestação da defesa.
Fonte: O Tempo
Foto: PL Mulher/Divulgação
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