Vai você, cidadão comum, na condição de réu ou acusado por
crime de violação da dignidade da mulher, e negar o fato alegando ser brocha;
Ou crime de extorsão e alegar ser doido, para tentar fugir da condenação, e
conhecerás a fúria dessas feras do poder judiciário brasileiro.
O fato teria acontecido em fevereiro deste ano, em uma praia de Santa Catarina, onde o ministro possui uma mansão de alto padrão.
Outra vítima, uma ex-funcionária lotada no gabinete do ministro, também o acusa de importunação sexual.
Esta semana, Marco Buzzy juntou laudo médico de um urologista ao processo em que é réu, ALEGANDO SER IMPOTENTE SEXUAL, BROCHA.
No Piauí, o promotor de Justiça Maurício Verdejo Gonçalves Júnior e seu assistente André Ricardo Bispo Lima, transformaram o gabinete da promotoria em balcão para negociatas de extorsão.
Em 2024, o promotor foi flagrado recebendo r$ 900 mil de um empresário que o denunciou, como parte de uma propina de r$ 3 milhões, para encerramento de processo sobre dívida tributária da empresa do empresário vítima da extorsão pelo promotor e seu comparsa de gabinete.
O promotor Maurício Verdejo, que usa tornozeleira eletrônica para não fugir do País com o dinheiro das propinas, pediu a justiça para instaurar INCIDENTE DE INSANIDADE MENTAL e suspender a ação penal, e uma das justificativas seria o histórico familiar de transtornos psiquiátricos.
A defesa do promotor alega que seu cliente não "agia fora da consciência".
Mas, até onde sabemos, nunca ouvimos dizer que o promotor "doido" rasgava ou queimava dinheiro, ou mastigava pedra.
Fonte: Amorozzo Jorge
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