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RIO GRANDE DO NORTE

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

GENERAL GIRÃO ELOGIA GOVERNADORA FÁTIMA BEZERRA PELA ESCOLHA DA EQUIPE DE SEGURANÇA DO ESTADO.

Eleito pelo PSL do presidente Bolsonaro, o deputado federal General Girão atendeu convocação da governadora Fátima Bezerra e participou da reunião com a bancada federal.
E não se furtou a render elogios à governadora, pela escolha de sua equipe de Segurança Pública.
O General mostrou que é adversário do partido de Fátima, mas não pode ser adversário do Estado.
Desceu do palanque.

Fonte: Thaísa Galvão

TERCEIRIZADAS QUE SERVEM AO ESTADO ESTÃO SOB SUSPEITA.

Existem fortes indícios e densas suspeitas, de que boa parte das empresas terceirizadas a serviço do Estado do RN tem relação de negócios com políticos de grosso calibre.
Algumas, por exemplo, com deputados federais que participariam do bolo (ou do butim), usando laranjas ou com ganhos indiretos e indevidos.
O Governo Fátima Bezerra (PT) tem olhado as minudências de contratos e coleta mais informações, para colocar ordem nessa modalidade de relação contratual sempre recheada de desconfianças.
O enxugamento de despesas passa por aí.
E a moralização, óbvio.

Fonte: Carlos Santos

PREFEITA DE MOSSORÓ NÃO NEGOCIA COM SERVIDORES E GREVE É ANUNCIADA POR SINDICATO.

De acordo com publicação no Facebook de Marleide Cunha, presidente do Sindicato dos servidores públicos municipais de Mossoró, mais uma vez a direção do SINDISERPUM solicitou via ofício, audiência com prefeita para discutir, entre outros pontos, reajuste salarial de pelo menos três categorias: professores, agentes de saúde e agentes de endemias. Todos com data base para janeiro de cada ano. Há dois anos os salários dos servidores não são sofrem qualquer reajuste.
No texto compartilhado, Marleide afirma que outros dois ofícios foram protocolados com o mesmo fim e não foram dadas respostas por parte do executivo municipal. Na publicação a líder sindical deixou apondata a possibilidade de greve, caso não exista negociação com a prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PP): “Depois quando se deparar com uma greve não diga que não temos motivos ou que é intempestiva”.

Fonte: Diário Político


FÁTIMA NOMEIA ALMINOAFONSENSE COMO DIRETOR DA 14ª DIREC.

Francisco, primeiro da direita
A governadora Fátima Bezerra, nomeou o novo titular da 14ª Diretoria Regional de Educação e Cultura, que tem sede em Umarizal. É o alminoafonsense Francisco Leopoldo Nunes, que antes lecionava na Escola Clodomir Chaves, em Almino Afonso.
Petista de velhos tempos, Francisco Leopoldo goza de livre trânsito nas hostes da "estrela vermelha" e é visto como grande profissional da educação.

PELO MENOS 21 CASOS DE FEMINICÍDIO OCORRERAM NA PRIMEIRA SEMANA DE 2019.

Uma festa de ano novo em Jacarepaguá, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro (RJ), terminou em tragédia, noticiada nas páginas policiais. Na madrugada da última terça-feira (1º), a manicure Iolanda Crisóstomo da Conceição de Souza, de 42 anos, foi assassinada a facadas após uma briga com o ex-marido.
Segundo testemunhas, eles discutiram porque o homem não aceitava o fim do relacionamento.
Na noite do mesmo dia, uma jovem também foi assassinada a facadas, na zona rural de Casinhas, no agreste de Pernambuco. Rejane de Oliveira Silva, de 24 anos, recusou se relacionar com o agressor. Ele a atingiu com uma facada no tórax.
O pesquisador Jefferson Nascimento, doutor em Direito Internacional pela Universidade de São Paulo (USP), fez um levantamento para contabilizar e mapear estes e outros casos de feminicídios que ocorreram em 2019. E encontrou 21 mortes e 11 tentativas de assassinatos noticiados na imprensa até o dia 6 de janeiro. Os números estão em constante atualização.
Em comum entre os casos está o fato de que, geralmente, o autor do crime tem algum grau de relacionamento com a vítima – namorados ou ex-maridos.
Um levantamento do Ministério Público do Estado de São Paulo revela que 66% dos assassinatos de mulheres acontecem dentro do ambiente familiar. O órgão publicou, no ano passado, o Raio X do Feminicídio em SP.
Legislação
No Brasil, o feminicídio está previsto na Lei nº 13.104 de 2015 e é considerado o assassinato que envolve “violência doméstica e familiar e/ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher”, explica a juíza capixaba Hermínia Maria Silveira Azoury.
“Quando a gente fala em feminicídio, a gente fala em vítimas do gênero feminino. A vítima é uma mulher. E ela veio como uma qualificadora do artigo 121. Quer dizer, veio dar um upgrade, veio aumentar a pena”, pontua.
A pena prevista para o homicídio qualificado é de reclusão de 12 a 30 anos. Com a nova lei, o crime foi adicionado ao rol dos crimes hediondos, como o estupro, genocídio e latrocínio, entre outros. A legislação é fruto da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre Violência contra a Mulher, instalada em 2013.
Segundo o Atlas da Violência 2018, são registradas 13 mortes violentas de mulheres por dia. Em 2016, 4.645 mulheres foram assassinadas no país. O número representa um aumento de 6,4% no período de dez anos.
Já em 2017, dois anos após a Lei do Feminicídio entrar em vigor, os tribunais de justiça de todo o país movimentaram 13.825 casos. Destes, foram contabilizadas 4.829 sentenças proferidas. Os dados são do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A advogada e socióloga Fernanda Emy Matsuda, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), enxerga um interesse maior da imprensa em cobrir os casos de feminicídio. Ela reitera, no entanto, a necessidade em descaracterizar esses crimes como “atos passionais”. Segundo ela, ao fazer isso, a mídia desvia a atenção de um problema que é estrutural.
“Quando a gente fala em crime passional, parece que a gente está falando de uma situação em que houve uma explosão, um descontrole emocional, uma descarga de raiva e violência que culminou na morte, na fatalidade. Mas não é isso o que acontece. Esses casos que têm sido divulgado na imprensa mostram que as mulheres vinham há muito tempo, ao longo do relacionamento e da sua vida, sendo vítimas dessa violência.”
Educação e gênero
A tipificação do crime foi um passo comemorado por militantes e especialistas na área por dar visibilidade e mostrar, com mais precisão, o cenário da desigualdade de gênero no país.
Mas a juíza Hermínia Azoury — que instalou a primeira vara de violência doméstica do estado do Espírito Santo, a segundo do país — pontua a necessidade de implementar, em paralelo, ações de prevenção e formação.
“Essa mudança de paradigma é complicada, mas é possível. Eu sempre bato na mesma tecla, em 25 anos de magistratura e 16 anos de Defensoria Pública: tem que começar pela Educação. E mudança de cultura é uma coisa que tem que ser trabalhada de forma gradual e passando pela Educação”, defende.
Na contramão do que a especialista recomenda, no entanto, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) afirmou que alunos do ensino médio não precisam “saber sobre feminismo, linguagens outras que não a língua portuguesa ou história”.
Assim como seu pai, o presidente de extrema direita Jair Bolsonaro, o deputado é apoiador do projeto Escola Sem Partido e é contrário a discussões de gênero nas escolas públicas.
Novo governo
Fernanda Matsuda, por sua vez, se preocupa com o novo posicionamento do governo federal e de aliados. Ela teme que a mudança de concepção pode acabar, de vez, com a vontade política de construir políticas dirigidas às mulheres.
Segundo a socióloga, essa “vontade política” culminou, entre outras coisas, na criação do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos — um dos primeiros a serem extintos no governo de Michel Temer (MDB). Com Bolsonaro, as propostas para a áreas vão se centralizar no Ministério da Mulheres, da Família e dos Direitos Humanos.
“A mulher deixa de ser sujeito de direito dentro desse novo modelo institucional. A mulher é um componente da família. E muitas vezes, em detrimento dos seus direitos, a política para as mulheres acaba privilegiando o interesse da família”, afirma ela.
“É como se mulher tivesse que sacrificar sua integridade física, mental e seu direito a uma vida livre de violência em prol desse modelo familiar que se coloca e que é imposto por uma sociedade extremamente machista”, completa.
Em 2017, o Brasil concentrou 40% dos feminicídios da América Latina segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU).

Fonte: Brasil de Fato/Blog da Carol Ribeiro


FÁTIMA PEDE APOIO DA BANCADA FEDERAL NA BUSCA DE RECURSOS EXTRAS POR PARTE DO GOVERNO FEDERAL.

Em reunião com deputados federais e senadores do Rio Grande do Norte, nesta segunda-feira, 21, a Governadora Fátima Bezerra pediu o apoio e obteve o compromisso para ajudar no pleito pela obtenção de recursos extras que dependem da autorização e liberação pelo Governo Federal.
Ao lado dos auxiliares que compõem o Comitê de Gestão e Eficiência da administração, Fátima explicou como recebeu o Estado e informou as medidas do Plano de Recuperação Fiscal – lançado no segundo dia da gestão e já em execução – e a necessidade de obtenção de recursos não previstos em orçamento.
Na ocasião, os secretários da área econômica apresentaram à bancada a situação financeira e fiscal do Estado que tem débitos de R$ 2,3 bilhões referentes aos pagamentos de servidores e fornecedores e previsão de déficit de R$ 1,8 bilhão no orçamento para 2019.
Fátima Bezerra pediu a união e o apoio das bancadas para as medidas que precisarão ser adotadas junto ao Governo Federal, como a liberação dos recursos da antecipação dos royalties do petróleo, a aprovação da repartição com Estados e municípios da cessão onerosa pela exploração de gás e petróleo, conclusão de obras como a Reta Tabajara, o complexo da Avenida Maria Lacerda e de obras de habitação e de segurança hídrica como a conclusão da barragem de Oiticica, no município de Jucurutu.
A governadora disse que o Governo “é do diálogo, aberto a críticas e sugestões” e pediu “o acesso direto, respeitoso e permanente” aos parlamentares. “Este é o meu sentimento e deve ser o dos secretários e auxiliares. Esta mesma disposição estamos tendo em relação aos poderes Judiciário e Legislativo. Queremos a bancada sempre unida em defesa do nosso Estado”, afirmou.
O deputado federal João Maia afirmou que “o governo tem consciência dos problemas e que sabe como resolver o estoque de dívidas. A bancada federal pode ajudar muito junto à União para o Estado fechar as contas do passado e equilibrar o presente”.
A deputada Natália Bonavides concordou que “a situação é dificílima e exige a união, até por que todos estamos cientes de sua gravidade”.
Rafael Motta argumentou que “o diálogo proposto pelo Governo do Estado vem de forma transparente e objetiva. A bancada pode contribuir muito para resolver os problemas em parceria com a União. O momento é de baixar as bandeiras partidárias e somarmos para o fim da crise”.
O deputado Eliéser Girão disse que “a situação financeira de hoje gera instabilidade e o caos social. Com certeza estaremos somando esforços para a superação dos problemas. Se a união da bancada não funcionou no passado, 2019 será o ano e a hora dessa união. Não tenham dúvidas que o nosso trabalho será em prol do Rio Grande do Norte”.
Beto Rosado elogiou a iniciativa de reunir a bancada e a transparência com que o Governo do Estado apresentou a situação financeira. “Estaremos unidos no apoio às iniciativas da administração. Na campanha política fomos adversários, mas agora seremos parceiros para fazer o RN melhor”.
Nos colocamos à disposição do Governo do Estado em Brasília”, declarou Benes Leocádio ressaltando a importância da entrada de recursos extras para o equilíbrio financeiro.
O senador Jean Paul Prates, que participou da reunião ao lado da senadora eleita Zenaide Maia, disse que “a Governadora pode contar conosco. A bancada unida pode ajudar muito a administração estadual na missão de trazer receitas novas. E, além disso, podemos ajudar a criar ambiente favorável a novos investimentos e à melhoria da competitividade, que irão gerar empregos e renda”.
Ao final da reunião Fátima Bezerra convidou a bancada federal a apresentar um nome para participar do Fórum de Diálogos com a Sociedade que o Governo está instituindo.
Ainda ficou definido que deputados federais e senadores irão assinar junto com a Governadora pedido de audiência com o presidente da República, Jair Bolsonaro e com o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Também participaram da reunião o vice-governador Antenor Roberto e integrantes do Comitê Gestor – secretários de Estado do Gabinete Civil, Raimundo Alves, da Administração, Virgínia Ferreira, da Tributação, Carlos Eduardo Xavier, controlador geral, Pedro Lopes, procurador geral, Luiz Antonio Marinho.

Fonte: Heitor Gregório

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

DEPUTADO ELEITO BERNARDO AMORIM PARTICIPA DE PROCISSÃO EM CARAÚBAS.


O deputado eleito Bernardo César Carlos do Amorim, esteve participando na tarde de ontem, da procissão de São Sebastião, na cidade de Caraúbas.
Religioso, o médico percorreu todo o percurso junto com o povo, sempre sendo cumprimentado pela população.
"É uma forma das mais antigas de mostramos nossa devoção. A procissão é uma para mim um momento de fé inigualável. Ver todos juntos, com o mesmo pensamento, a mesma fé e adoração, nos reporta a tempos antigos. E ver que a fé do povo de Caraúbas é inabalável, permanece a mesma, me deixa muito feliz. Que São Sebastião seja sempre uma das referências de nossas vidas, pelo seu amor aos seus semelhantes", disse bernardo Amorim.

NOTA EM APOIO AO JORNALISTA JUCA KFOURI E DE REPÚDIO A SEU AGRESSOR.

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) expressa seu apoio ao jornalista Juca Kfouri e seu repúdio às inaceitáveis agressões praticadas por meio de mensagens em rede social por José Emílio Joly Júnior. Em sua coluna na internet e em jornal, Juca Kfouri aborda principalmente temas esportivos, mas com frequência trata também de temas políticos, inclusive para dar toda a dimensão das questões que envolvem o esporte brasileiro e mundial.
Críticas legítimas do jornalista ao governo Bolsonaro e ao grupo que o cerca provocaram, por parte de Joly Júnior, uma saraivada de mensagens com agressões e ameaças – que ultrapassaram o limite do debate democrático e entraram no terreno criminal.
Ao atacar Juca Kfouri, Joly Júnior usou termos como: “Lembre-se que a Ditadura está no poder e os porões serão reabertos para ‘extinguir’ lixos como você, Juca. Cuidado!”; “Como ex-militar, eu adoraria uma missão para executar imbecis iguais a vocês do UOL e outros lixos”; “Acho que o seu nome já está na lista dos famosos helicópteros dos tempos áureos da Ditadura, onde sobrevoavam por mares distantes! Atenção senhores passageiros para voo panorâmico em alto mar, tomem seus assentos, boa viagem e até nunca mais!!!!”; “Juca.nalha. Sou ex-militar (Pelopes – Pelotão de Operações Especiais), e consigo achar qualquer animal, nem que seja no inferno”.
Frente ao teor criminoso das mensagens, Juca Kfouri corretamente acionou o Núcleo de Combate a Crimes Cibernéticos do Ministério Público de São Paulo, e o agressor terá de responder judicialmente por seus atos. A Fenaj apoia totalmente o jornalista e pretende se somar à iniciativa como parte diretamente interessada, pois há uma escalada de agressões e ameaças a jornalistas em rede social em todo o Brasil, e é preciso enfrentá-la para preservar o livre exercício do jornalismo e a própria liberdade de imprensa.
As mensagens de Joly Júnior, por seu teor, suscitam ainda outra questão: como se sabe, os crimes de tortura e morte praticadas por agentes da ditadura militar de 1964 permanecem até hoje não apurados, e portanto impunes, e são crimes imprescritíveis, cuja impunidade prossegue como uma chaga aberta. Nos somamos à demanda do jornalista Juca Kfouri para que a Justiça exija de Joly Júnior que explique o que sabe do uso de helicópteros para assassinar opositores e desaparecer com seus corpos durante o regime militar, como forma de avançar no conhecimento público desta página obscura de nossa história.
Diretoria da FENAJ

Fonte: Blog do Juca

FLÁVIO BOLSONARO DIZ QUE DEPÓSITOS FRACIONADOS SÃO DINHEIRO VIVO RECEBIDO EM VENDA DE APARTAMENTO.

Senador eleito pelo PSL-RJ afirmou também, em entrevistas à Rede Record e à RedeTV!, que o pagamento de R$ 1 milhão de um título bancário da Caixa se refere a esse imóvel. Relatório do Coaf aponta movimentações atípicas em sua conta.

O deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou em duas entrevistas exibidas na noite deste domingo (20), à Rede Record e à RedeTV!, que o pagamento de R$ 1 milhão de um título bancário da Caixa Econômica é referente a um apartamento que ele comprou na planta.
No sábado (19), o Jornal Nacional mostrou que, em relatório sobre movimentações atípicas de Flávio Bolsonaro, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) destacou o pagamento no valor de R$ 1.016.839 de um título bancário da Caixa. O Coaf não identificou o favorecido, nem a data, e nenhum outro detalhe.
Nas entrevistas deste domingo, Flávio Bolsonaro disse que a Caixa quitou a dívida dele com a construtora e que ele passou, então, a dever à Caixa. Disse ainda que vendeu o mesmo imóvel logo depois e que recebeu parte do valor em dinheiro vivo.
Flávio Bolsonaro alega que depositou o dinheiro na conta dele, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), em 48 envelopes de R$ 2 mil, porque era o local onde ele trabalhava e que o valor era o limite para cada depósito no caixa automático.
Na sexta-feira (18), o Jornal Nacional mostrou que o relatório do Coaf apontou como atípico o fracionamento de depósitos na conta de Flávio Bolsonaro no período de um mês. O relatório diz que o fracionamento desperta suspeita de ocultação de origem do dinheiro.
Ao senador, não foi perguntado, e por isso ele não respondeu, por que optou por fazer 48 depósitos de R$ 2 mil, com diferença de minutos em cada operação, em vez de depositar a totalidade do que recebeu em espécie de uma vez só na agência bancária em que tem conta.
"Eu não tenho nada a esconder de ninguém. Esse apartamento aqui foi pago direitinho, bonitinho. Estou mostrando a vocês qual é a origem. Tem origem, não é origem ilícita, não. Não tem origem em terceiros. Por que aparece dessa forma? Porque esse dinheiro, que era um dinheiro meu, era depositado na minha própria conta. E como tem que ser de dois em dois mil reais, [...] foi feito dessa forma", afirmou à Record.
"Não tem mistério nenhum, está tudo declarado, justificado no papel. Está tudo declarado ao Fisco [Receita Federal], está declarado na escritura. Se fosse algo ilícito, você acha que estava na minha conta? Não tem dinheiro ilícito na minha mão", afirmou.
LEIA MATÉRIA COMPLETA AQUI

Fonte: G1
Foto: Fábio Motta/Estadão

domingo, 20 de janeiro de 2019

STF E A SUSPENSÃO DA INVESTIGAÇÃO CONTRA CARLOS QUEIROZ: DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS?

O mundo jurídico foi surpreendido, novamente, com uma decisão liminar, no mínimo estranha, proferida pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, suspendendo a tramitação do Procedimento de Investigação Criminal (PIC) instaurado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro em face do policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz, que era assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).
O referido PIC tinha por escopo apurar movimentação financeira “estranha” nas contas de Queiroz no valor de R$ 1, 2 milhão no período entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, o qual corresponde à época em que era motorista do filho do presidente Bolsonaro.
Vice-presidente do STF e ministro de plantão durante o recesso do Judiciário, Fux atendeu a pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro, parasuspender provisoriamente, até que relator do caso, ministro Marco Aurélio Mello, as investigações desenvolvidas pelo Ministério Público Fluminense, retornar a suas atividades após o recesso.
Ressalte-se, por oportuno, que a ausência de publicidade do ato judicial, além de aguçar a curiosidade dos cidadãos, permite que os operadores do direito levantem algumas dúvidas quanto à pertinência e a correção da medida tomada, mesmo porque a Reclamação foi ajuizada por Flavio Bolsonoro, ao que se sabe, não é investigado pelo Ministério Público.
Caberia ao clã Bolsonaro vir a público e esclarecer qual a fundamentação esposada do referido instrumento constitucional, que tem hipótese de cabimento restritas, senão vejamos:
a) para preservar a competência dos tribunais superiores;
b) para a garantia da autoridade de suas decisões;
c) contra decisão judicial ou ato administrativo que contrariar, negar vigência ou aplicar indevidamente entendimento consagrado em súmula vinculante; e
d) para garantir a observância de acórdão proferido em julgamento de incidente de resolução de demandas repetitivas ou de incidente de assunção de competência.
Tudo indica que seja por conta de Flavio Bolsonaro ter se diplomado Senador da República, o que, em tese remeteria a investigação, diante do foro por prerrogativa de função do Supremo Tribunal Federal.
Ocorre que a Corte Suprema, em 3 de maio de 2018, por maioria de votos, prevaleceu entendimento do ministro Luís Roberto Barroso, que foi acompanhado pelos ministros por Rosa Weber, Cármen Lúcia, Edson Fachin, Luiz Fux, Marco Aurélio Melo e Celso de Mello, de que o “foro por prerrogativa de função aplica-se apenas aos crimes cometidos durante o exercício do cargo e relacionados às funções desempenhadas”.
Não se pode olvidar que as investigações deflagradas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro tiveram sua gênese nas informações fornecidas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras – COAF, consistentes em movimentações financeiras incompatíveis do motorista de Flávio Bolsonaro, bem como a existem de supostos funcionários fantasma e saques em dinheiro realizadas por assessores do parlamentar fluminense.
Dessa forma, tendo em vista que a única hipótese plausível para a impetração da Reclamação, na espécie, é para preservar a competência dos tribunais superiores, a decisão liminar do ministro Fux afrontou a decisão exarada pela maioria do Supremo, inclusive o entendimento do próprio ministro, na Ação Penal 937, uma vez que os fatos ocorreram no período em que era Deputado Estadual, o que afastaria a prerrogativa de função e a atração da presidência das investigações para o STF.
Assim, ficam no ar as seguintes indagações: o ministro Luiz Fux decidiu contrariando o princípio da colegialidade que tanto defende? São dois pesos e duas medidas de acordo com o freguês? Qual seria a visão do Ministro Sergio Moro neste estranho episódio?
Segundo apontado pelo jornalista Gerson Camaroti, a cúpula das Forças Armadas e o Ministro do Gabinete Segurança Institucional, General Augusto Heleno, se mostraram desconfortáveis com o pedido manejado pelo Flávio e com a decisão liminar.
Por enquanto, permanece a estranheza no imaginário dos cidadãos brasileiros!

Fonte: Marcelo Aith é especialista em Direito Criminal e Direito Público/Blog do Barreto

DOIS CARROS ROUBADOS NO CEARÁ SÃO RECUPERADOS EM GROSSOS. UM SUSPEITO FOI PRESO.

Policiais do destacamento militar de Grossos RN, sob o comando do Sgt Moura, abordaram na tarde deste sábado, 19 de janeiro, um homem, identificado Francisco Antônio das Almas Mendonça, que conduzia um veículo Hyundai/HB20 vermelho,com placas, PNC 1837 Fortaleza CE e estava em atitude suspeita.
Na abordagem foi feita uma verificação minuciosa, onde constatou-se que o veículo estava com queixa de roubo em Fortaleza no estado do Ceará. Não satisfeitos com a descoberta os policiais resolveram levar o suspeito até sua residência e chegando lá, para surpresa da GU foi encontrada na casa uma camionete Chevrolet S10 de cor cinza e placas, OSA-0828 registrada para Horizonte/CE, também com queixa de roubo.
Francisco Antônio recebeu voz de prisão, sendo o mesmo conduzido, juntamente com os dois veículos, para a Delegacia da Polícia Civil de Plantão em Mossoró, para que o delegado plantonista adote as medidas cabíveis.




Fonte: Fim de Linha

MORO DIRÁ EM DAVOS QUE CORRUPÇÃO PREJUDICA NEGÓCIOS E TIRA RECURSOS DE SERVIÇOS ESSENCIAIS.

Integrante da comitiva brasileira no Fórum Econômico Mundial, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, dirá no evento que a corrupção "prejudica negócios legítimos, aumenta os gastos públicos sem proveito coletivo e diminui recursos para serviços essenciais como educação e saúde".
Moro será apresentado pelo presidente Jair Bolsonaro como o ministro responsável por desenvolver um plano nacional de combate à corrupção.
No discurso, na sessão inaugural do encontro, o presidente vai destacar que o Brasil entrou numa nova era de intolerância com a corrupção, o que irá garantir condições iguais para as empresas que desejam investir no Brasil.
O ministro da Justiça vai seguir na mesma linha do chefe e transmitirá também a mensagem de que o "combate firme à corrupção e à impunidade" é um compromisso do governo brasileiro, em sintonia com os compromissos assumidos nos foros internacionais.
Sergio Moro também vai dizer que a corrupção acaba "fraudando concorrência" e "vicia os gestores públicos". Para o ministro, o combate à corrupção no país trará segurança jurídica aos investidores, criando uma "economia saudável e competitiva", focada na eficiência econômica.
Para o ministro, o movimento global de enfrentamento à corrupção, do qual o Brasil está participando nos últimos anos, levou o setor empresarial a implantar procedimentos internos de integridade e programas de compliance, com criação de códigos de ética e de conduta nos negócios no país.
Além de Sergio Moro, também integram a comitiva presidencial os ministros Paulo Guedes (Economia) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores). O chefe da equipe econômica será o encarregado de detalhar as medidas para enfrentar a crise fiscal brasileira, cuja prioridade será a aprovar a reforma da Previdência Social.

Fonte: Valdo Cruz/G1
Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

PATU: MORRE O EX-VICE-PREFEITO E EX-PREFEITO INTERINO PETROLINO MOURA.

Chega ao nosso conhecimento, o falecimento do ex-vice-prefeito de Patu, Sebastião Petrolino de Moura, conhecido por Sebastião da Bomba.
O político, já nonagenário, residia na cidade e ao que se sabe, faleceu em casa.
Foi vice-prefeito na gestão do prefeito Epitácio de Andrade, entre 1983 até 1988. 
No ano de 1986, Epitácio licenciou-se por três meses, assumindo assim Petrolino Moura nesta oportunidade.
Petronilo Moura é irmão do historiador e reconhecido professor Petronilo Hemetério Filho e pai do empresário e bioquímico João Pifiu e de Digo, outro empresário patuense.

Voltaremos ainda em instantes, com as informações do professor Aguinaldo Gomes

CASAL QUE PRATICOU FURTOS NA TARDE DE SÁBADO (ONTEM) EM PAU DOS FERROS FORAM IDENTIFICADOS E PRESOS PELO GTO DO 7º BPM.

O casal de irmãos Ronaldo Reinaldo de Melo e Maria Nazaré Reinaldo de Melo, ambos residentes no sítio Tabuleiro, zona rural do município do Encanto-RN, foram identificados e presos durante a noite pelo GTO do 7º BPM com apoio da guarnição de serviço do Destacamento de Rafael Fernandes-RN, no forró dos idosos na terra de Santa Luzia.
De acordo com informações da PM o trabalho de investigação começou após buscas nas imagens das câmeras de monitoramento do CIOSP que passaram a analisar minuciosamente o deslocamento do casal, quando em dado momento foi possível a identificação da motocicleta usada nos delitos, foram aos possíveis proprietários e chegaram ao atual dono, que surpreso com visita dos militares informou que teria emprestado seu veículo aos seus cunhados, que os mesmo teriam saído já em outro veículo, sendo localizado posteriormente já na cidade de Rafael Fernandes, confessando os delitos, receberam voz de prisão e foram apresentados ao plantão da 4ª DRPC para as providencias cabíveis.
Ronaldo e outros jovens, antes de saírem para Rafael Fernandes se envolveu em vias de fato no Posto Carioca com outras pessoas, durante a abordagem os policiais encontraram em sua cintura, uma arma branca, tipo faca de mesa.

Fonte: Nosso Paraná/O Câmera

OS R$ 7 MILHÕES DE QUEIROZ.

O Coaf sabe muito mais do que já foi revelado sobre o caso Fabrício Queiroz, o ex-motorista de Flávio Bolsonaro.
Nos arquivos do órgão federal de controle de atividades financeiras consta que Queiroz transacionou um volume de dinheiro substancialmente maior do que o que veio a público em dezembro.
Além dos famigerados R$ 1,2 milhão, movimentados atipicamente entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, passaram por sua conta corrente mais R$ 5,8 milhões nos dois exercícios imediatamente anteriores. Ou seja, no total Queiroz movimentou R$ 7 milhões em três anos.
Segundo o próprio Jair Bolsonaro disse em entrevista, Queiroz "fazia rolo". Haja rolo.
Flávio chegou a dizer, no início de dezembro, que ouviu de Queiroz "uma história bastante plausível" sobre o R$ 1,2 milhão. E enfatizou: "a gente não tem nada a esconder", numa frase em que atrelou o seu destino ao de Queiroz.
O que dirá agora sobre essa montanha de dinheiro? Pela relação dos dois, imagina-se que o senador eleito saiba desses R$ 7 milhões.
Quando o MP do Rio voltar a se debruçar sobre o caso — as investigações estão suspensas desde quinta-feira passada por uma decisão de Luiz Fux, mas a tendência é que sejam retomadas — as explicações de Queiroz sobre suas atividades paralelas terão que ser mais convincentes do que as dadas até agora em declarações ao SBT.
Entre os vários mistérios desse rolo, um permanece intacto: como alguém que movimentou tantos milhões de reais em três anos mora numa casa modestíssima de uma viela da Taquara, na Zona Oeste do Rio de Janeiro?

Fonte: lauro Jardim/O Globo
Foto: Reprodução Facebook