Pasta terá o maior orçamento da esplanada, de mais de R$ 700 bi, e ganhará posições em Brasília e em 27 superintendências regionais.
O novo Ministério do Emprego e da Previdência — que já abocanhou o maior orçamento do governo, acima de R$ 700 milhões — será cenário de uma forte competição por cargos.A pasta que será liderada pelo atual ministro da Secretaria de Governo, Onyx Lorenzoni, vai abrir 202 vagas relevantes, que podem ser usadas para acomodar indicações políticas.
A expectativa é que o novo ministério seja usado para nomear aliados do presidente Jair Bolsonaro, especialmente os indicados do chamado Centrão, grupo de parlamentares alinhados com o governo no Congresso.
O Ministério terá ainda 27 superintendências regionais do trabalho nas unidades da federação, além de cinco superintendências e 104 gerências executivas do INSS no país. São posições que tendem a ficar à disposição do senador Ciro Nogueira (PP-PI), futuro ministro da Casa Civil e uma das lideranças do Centrão.
Do total de cargos que serão abertos, o ministro prometeu manter a equipe técnica responsável pelas áreas trabalhista e previdenciária em Brasília, o que significa um total de 60 vagas, além de seis cargos da Dataprev (estatal de processamento de dados do governo).
Na prática, seria apenas a transferência de vagas do Ministério da Economia a outra pasta. Não há, porém, garantia de que o ministro vá manter os nomes atuais nos postos.
Fonte: Agência O Globo
Foto: Adriano Machado/Reuters

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