No pleito de 2016, a aliança entre o prefeito que venceu a disputa e o atual presidente da câmara era como carne e unha. Unha e cutícula, para ser mais específico.
Era a aliança "Mudança e respeito pelo povo".
Porém, logo após a posse, a coisa começou a tomar rumos diferentes. A incompatibilidade política aflorou e devagar começou um processo de desgaste da então aliança, que pregou o respeito. Mudou, é verdade. mas o respeito, não sei de onde, deve ter ficado em outubro de 2016.
Hoje, o prefeito Kerles Jácome, continua sua gestão, independentemente do que pensa ou faz, o ex-aliado Aurivones Nascimento.
E a câmara, sob a batuta do chefe do legislativo, segue seus dias de trabalho, quase que semanalmente, com divergências dentro do parlamento. Oposição e situação, digladiam em defesa do que parece ser o interesse popular. Parece, por que nem sempre aparenta ser. As vontades partidárias, certas vezes, falam mais alto. E o que deve ser o anseio popular, algumas vezes é esquecido.
E assim, ambos os chefes dos poderes políticos vieirenses, vão construindo seus nomes para a arena de outubro de 2020. Um, com projeto para manter o poder. Outro, com vontade descomunal de ver o poder em mãos contrarias. Quem sabe, as suas.
E pelo andar da carruagem, com as bençãos, quem sabe, do líder oposicionista Iramar Oliveira e outras lideranças do bloco adverso ao "babalismo", não é nada difícil, enfrentar-se nas urnas em busca do que sempre desejaram e só um, por enquanto, avançou.

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