A condenação, em primeira instância, é de seis anos de prisão em regime inicial semiaberto.
Em nota oficial divulgada na terça-feira (6), o bispo diocesano, Dom Luiz Gonzaga Fechio, informou que a decisão foi tomada para que o padre “se dedique pelo tempo necessário à sua defesa”.
A defesa do clérigo reafirmou a inocência dele e disse que vai recorrer da condenação. “Agora em Segunda instância, [a Justiça] vai reanalisar as provas que certamente conduzirão à reforma da sentença e sua absovição”, disse em nota.
Relação de confiança
Segundo a Promotoria, o padre se aproximou do jovem após convidá-lo para ser coroinha. Ao perceber o interesse do adolescente na vida religiosa, o sacerdote teria usado a posição de autoridade para manipular a vontade do jovem e criar um vínculo de dependência emocional.
A acusação aponta que essa proximidade permitiu a repetição dos abusos em locais privados, como a casa paroquial. A sentença afirmou que os atos eram feitos às escondidas e reconheceu o agravante da autoridade do padre sobre o adolescente.
Fonte: Diário de Triunfo
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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.