A mulher que atuava no esquema costumava se apresentar como milionária.
Considerada a maior golpista do Pará, a mulher já havia sido presa em 2021 por outro golpe.
De acordo com a Polícia Civil, ela se passava por herdeira de uma herança no valor de R$ 40 milhões.
A coluna Na Mira apurou que ela também foi processada por aplicar golpes em aquisições de aviões e teria lucrado cerca de R$ 15 milhões.
Otaciane, outros três comparsas e um homem foram presos nesta terça-feira (14/4) durante a Operação Heres Ficta.
Os suspeitos devem responder por organização criminosa, estelionato, falsificação de documentos e lavagem de dinheiro.
As investigações revelam que o grupo atuava principalmente em igrejas evangélicas, prometendo doações milionárias, supostamente provenientes de valores judiciais bloqueados.
Eles exigiam pagamentos antecipados de taxas e tributos inexistentes para liberar os recursos — uma estratégia clássica de fraude.
Ainda segundo a Polícia Civil, o esquema envolvia o uso de empresas de fachada e contas de terceiros para movimentar e ocultar o dinheiro, prática típica de lavagem de capitais.
A PCDF orienta que possíveis vítimas procurem uma delegacia para registrar ocorrência e reforça o alerta: desconfie de promessas de dinheiro fácil ou de doações condicionadas a pagamentos antecipados.
Fonte: Lara Lorenna e Felpss Machado/Metrópoles
Foto: Jornal da Cidade On line
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