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terça-feira, 26 de junho de 2018

AOS 85 ANOS, MÉDICO SERÁ JULGADO POR ESCÂNDALO DE ROUBO DE BEBÊS NA ESPANHA.

Nesta terça-feira, 26, quando começar o julgamento do ginecologista Eduardo Vela, de 85 anos, milhares de vítimas de uma rede clandestina de adoções vai estar esperando por respostas. O médico é acusado de ter ajudado a roubar um bebê ainda nos anos 1960 na Espanha.
Vela é o primeiro a enfrentar a Justiça pelo escândalo que abala o país. Segundo grupos de vítimas, o roubo de bebês era uma prática secreta que tirou aproximadamente 300 mil crianças das próprias mães biológicas para serem vendidas, principalmente, durante a ditadura militar de Francisco Franco.
Logo depois da Guerra Civil Espanhola (1936-1939), Franco assumiu o comando do país e crianças começaram a ser retiradas de famílias identificadas como republicanas pelo regime autoritário. Elas eram entregues a pessoas que, aos olhos do governo, "mereciam mais" os bebês.
Muito pouco ainda se sabe, no entanto, sobre o tráfico de bebês, que continuou mesmo depois da morte de Franco, em 1975, e ganhou ares de escândalo quando dois homens vieram a público, em 2011, contar a própria história.
Antonio Barroso e Juan Luis Moreno revelaram ter sido comprados pelos respectivos pais. Quem os havia vendido foi um padre em Zaragoza.
Barroso fundou a Associação Nacional das Vítimas de Adoção Irregular (Anadir, na sigla em espanhol). Ele estima que 15% das adoções feitas na Espanha entre 1965 e 1990 tenham sido de crianças que foram retiradas das famílias biológicas sem consentimento.
AQUI VOCÊ LER A MATÉRIA NA ÍNTEGRA

Fonte: BBC News
Foto: BBC

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