Segundo a família de Dina, a jovem, que nasceu em Israel, mas estudava na Jordânia, recebeu os primeiros socorros ao chegar em um hospital local. Após dar entrada no hospital, porém, ela teve os procedimentos cirúrgicos necessários negados por não poder pagar todas as despesas médicas e não ter plano de saúde.
Os colegas da jovem fizeram uma vaquinha virtual para pagar pelo procedimento, mas a situação da jovem piorou. Ela chegou a ser encaminhada a um hospital de Haifa, sua cidade natal, mas teve a morte constatada em 29 de dezembro.
"Possivelmente foi tarde demais, porque a equipe do hospital esperou muito tempo para dar o tratamento necessário a ela e ela perdeu muito sangue", disse o pai de Dina ao Channel 12.
Segundo a imprensa local, os órgãos de Dina foram doados e beneficiaram cinco pessoas que estavam na fila de transplante.
Fonte: UOL
Foto: Reprodução de redes sociais
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